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14 de mai. de 2013

Um Universo a partir do Nada - Lawrence Krauss

20 de mar. de 2013

GRAVITAÇÃO UNIVERSAL.....

4 de dez. de 2012

Quem inventou o telescópio?....


23 de jun. de 2012

The History of the Universe in 10 Minutes.....

A brief history of the universe, from the big bang to the origin of mankind. 

23 de jan. de 2012

Phil Plait: Como defender a Terra de asteroides....



19 de jun. de 2011

Sur une autre planète....

Franck Selsis et Sean Raymond sont tous les deux astronomes, l’un au laboratoire d’astrophysique de Bordeaux et l’autre, à l’université du Colorado. Ils étudient les exoplanètes, qui sont hors de notre système solaire. Malgré leur éloignement, on peut connaître beaucoup de...


12 de fev. de 2011

A VIA LÁCTEA....

O documentário leva os telespectadores em uma emocionante viagem no universo de um buraco negro de grande massa. Ao longo do caminho veremos os primeiros dias do universo, como oceanos infinitos de poeira e gases se juntaram para formar a...

11 de fev. de 2011

O FIM DO UNIVERSO...

7 de fev. de 2011

O SOL....

26 de jan. de 2011

PÁLIDO PONTO AZUL....

Palido ponto azul

Dê uma olhada na imagem acima. Não parece grande coisa, não é? Talvez alguém tenha tirado uma foto com o visor da câmera fechado.

Olhe com mais atenção e conseguirá enxergar quatro faixas de luz. Preste atenção na faixa que está mais à direita. Olhe no meio dela. Há um pequeno ponto, mais brilhante do que tudo a seu redor. Não é poeira, não é uma mancha na lente da câmera ou no seu monitor.

Somos nós.

Todos nós.

É a Terra.

Em 1990, a pedido do famoso astrônomo e apresentador Carl Sagan, a NASA enviou um comando à espaçonave Voyager 1, enquanto esta saía do Sistema Solar, para virar a câmera para a direção de onde havia saído. A imagem acima é o resultado disto.

As pessoas frequentemente se referem à foto como “Pálido Ponto Azul”, e foi capa e título de um dos livros mais famoso de Sagan, publicado em 1994. O próprio Sagan, como era de costume, expressou o significado da imagem com uma eloquência que a maioria de nós poderia apenas desejar:

A partir desta distante perspectiva, a Terra pode não chamar muita atenção. Mas, para nós, é diferente. Olhe novamente para aquele ponto. [...] Ali, tudo o que você ama, todas as pessoas que conhece, todos de quem já ouviu falar, cada ser humano que existe, seguem com suas vidas. Toda a nossa alegria e sofrimento, milhares de religiões, ideologias e doutrinas econômicas, todos os caçadores e presas, todos os herois e covardes, todos os criadores e destruidores da civilização, todos os reis e camponeses, todos os jovens casais apaixonados, todas as mães e todos os pais, as crianças esperançosas, inventores e exploradores, todos os professores de conduta, todos os políticos corruptos, todos os “superstars”, todos os “líderes supremos”, todos os santos e pecadores da história da nossa espécie viveram ali – numa partícula de pó suspensa em um raio de sol.

Tudo na nossa história – o tempo dos dinossauros, o surgimento dos mamíferos, eras glaciais e extinções em massa, e a evolução e expansão geográfica de um primata em particular – aconteceu nesse ponto insignificante.

O momento em que um ano acaba e outro termina, costuma ser um tempo de reflexão.

Há poucas coisas que mereçam tanta atenção quanto o mundo que dividimos, que nossos ancestrais dividiram, que nossos descendentes irão dividir: nossa casa, pequena e vulnerável, um pálido ponto azul na vastidão do espaço.

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11 de nov. de 2010

BOLHAS GIGANTES INTRIGAM ASTRÔNOMOS...

Há algo ocorrendo no centro da galáxia, e os astrônomos não sabem ainda dizer o que é.

O telescópio de raios gama Fermi, da Nasa (agência espacial norte-americana), revelou uma estrutura até então desconhecida bem no centro da Via Láctea.

As duas bolhas com limites bem definidos e emissoras de raios gama se estendem por 25 mil anos-luz para o norte e para o sul do centro galático e reúnem uma energia equivalente a cem mil explosões de supernovas.

As origens das bolhas ainda são um mistério para os cientistas. "Não entendemos completamente sua natureza ou origem", disse astrônomo Doug Finkbeiner, do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian Center em Cambridge (EUA).

Imagina-se que possam ser remanescentes de uma erupção de um buraco negro ou que são alimentadas por uma sucessão de nascimentos e mortes de estrelas no interior da galáxia.

O estudo será publicado no "The Astrophysical Journal".




FONTE: Folha.com

2 de out. de 2010

FORÇA MISTERIOSA?.....

Você lembra da Pioneer 10? Ela é uma sonda espacial que deixou o Sistema Solar em 1983. Pois bem, cientistas perceberam que a sonda está sendo empurrada de volta para o nosso sistema, por alguma força misteriosa.

Inicialmente, os astrônomos pensaram que a sonda estava voltando por causa do impulso que uma sobra de gás nos motores da Pioneer que estivesse escapando causaria. Mas a força é praticamente constante. Outras possibilidades como radiação solar e gravidade também foram descartadas.

A força misteriosa é 10 milhões de vezes mais forte do que a gravidade e os cientistas estão acreditando que possa se tratar de uma “nova força da natureza”, desconhecida até então.

A velocidade da sonda, que é, atualmente, 43 mil quilômetros por hora e parece estar diminuindo 9 quilômetros por hora, mas a cada século.

A Pioneer está fazendo os cientistas questionarem o conhecimento que temos sobre a gravidade e o universo.
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26 de set. de 2010

VIDA EM MARTE?

Estudo reavalia indícios de sonda e diz que pode haver vida em Marte

Apesar de animados, os pesquisadores afirmam que é muito cedo para concluir que tenha existido vida em Marte

Sondas Viking exploraram o solo de Marte em 1976

Cientistas mexicanos fizeram um estudo que contesta conclusões sobre a falta de vida em Marte tiradas com base em coletas feitas no planeta por uma sonda da Nasa em 1976.

A noção de que o planeta vermelho seria estéril tinha sido reforçada após a missão da sonda Viking, que coletou e examinou amostras do solo de Marte, sem encontrar evidências da existência de moléculas ricas em carbono ou de vida no planeta.

Mas os cientistas da Universidade Nacional Autônoma do México, da Cidade do México, afirmam que as substâncias que poderiam comprovar a chance de que poderia haver vida no planeta tinham sido destruídas no local da coleta quando a sonda pousou no planeta.

Reavaliação

Os cientistas resolveram reavaliar a questão sobre presença de moléculas orgânicas ricas em carbono em Marte após o envio de outra sonda ao planeta, em 2008.

A sonda Phoenix Mars Lander registrou a presença da substância química perclorato, que contém cloro, na região "ártica" do planeta.

Por causa dessa descoberta, os cientistas resolveram fazer uma experiência para reproduzir as condições do pouso da sonda Viking em Marte com o conhecimento de que haveria perclorato no solo.

A equipe de cientistas foi ao deserto de Atacama, no Chile, onde as circunstâncias seriam similares às de Marte.

Após adicionar perclorato ao solo e aquecê-lo, os cientistas descobriram que os gases produzidos eram dióxido de carbono e traços de clorometano e diclorometano - os mesmos gases liberados por reações químicas após as sondas Viking terem aquecido o solo de Marte mais de três décadas atrás.

Eles também descobriram que as reações químicas destruíram todos os componentes orgânicos no solo.

"Nossos resultados indicam que não apenas (substâncias) orgânicas, mas também perclorato, podem ter estado presentes no solo nos dois locais onde as (sondas) Viking pousaram", diz o autor principal do estudo, Rafael Navarro-González.

Cedo para comemorar

Apesar de animados pela descoberta, os pesquisadores afirmam que é muito cedo para concluir que tenha existido vida em Marte.

"Isso nada diz em relação à questão da existência ou não de vida em Marte, mas pode fazer uma grande diferença em como procuramos evidências para responder a essa pergunta", diz Chris McKay, do Ames Research Center da Nasa, na Califórnia.

McKay explicou que substâncias orgânicas podem vir de fontes biológicas ou não biológicas - muitos meteoritos que caíram na Terra possuem matéria orgânica.

O perclorato, um íon de cloro e oxigênio, pode ter estado presente em Marte por bilhões de anos e ter se manifestado apenas quando aquecido, destruindo todas as substâncias orgânicas presentes no solo.

Quando cientistas examinaram originalmente as informações das sondas Viking, eles interpretaram os compostos orgânicos que continham cloro como contaminantes dos fluidos de limpeza levados na nave.

Ainda não está claro se as moléculas orgânicas são naturais de Marte ou se chegaram ao planeta por meio de meteoritos.

Descobrir isto é um dos objetivos das próximas missões para Marte. A Nasa planeja dar início em 2011 à sua missão Mars Science Laboratory (MSL), com o veículo espacial Curiosity projetado para procurar material orgânico no planeta.

Veja Aqui...

24 de jul. de 2010

CAT'S EYE NEBULA.....

23 de jul. de 2010

Buckyballs no espaço.....

O Telescópio Espacial Spitzer, da NASA, descobriu no espaço, pela primeira vez, moléculas de carbono conhecidas como "buckyballs".

Buckyballs são moléculas em forma de bola de futebol que foram observadas pela primeira vez em laboratório há apenas 25 anos.

Elas devem seu nome à semelhança com as cúpulas geodésicas do arquiteto Buckminster Fuller, que têm círculos interligados na superfície de uma meia-esfera. Os cientistas já acreditavam que elas poderiam existir flutuando no espaço, mas ninguém havia conseguido detectá-las até agora.

"Nós encontramos aquelas que são agora as maiores moléculas existentes no espaço," disse o astrônomo Jan Cami, da Universidade de Western Ontario, no Canadá. "Estamos particularmente entusiasmados porque elas têm propriedades únicas que as torna elementos importantes para todos os tipos de processos físicos e químicos acontecendo no espaço."

Fulerenos no espaço

As buckyballs são formadas por 60 átomos de carbono dispostos em estruturas esféricas tridimensionais. Seus padrões alternados de hexágonos e pentágonos coincidem com o desenho típico de uma bola de futebol.

Os astrônomos descobriram também, pela primeira vez no espaço, a parente mais alongada das buckyballs, conhecida como C70. Estas moléculas, constituídas de 70 átomos de carbono, têm uma forma ovalada, mais parecida com uma bola de rugby.

Os dois tipos de moléculas pertencem a uma classe conhecida oficialmente como buckminsterfulerenos, ou simplesmente fulerenos.

As bolas de carbono foram localizadas em uma nebulosa planetária chamada Tc 1. Nebulosas planetárias são restos de estrelas como o Sol, que expelem suas camadas exteriores de gás e poeira à medida que envelhecem. Uma estrela quente e compacta, ou anã branca, que está no centro da nebulosa, ilumina e aquece essas nuvens de poeira estelar.

As buckyballs foram encontradas nessas nuvens, talvez refletindo uma fase curta da vida da estrela, quando ela arremessa para o espaço uma nuvem de material rico em carbono.

NASA detecta maior molécula existente no espaço
As buckyballs vibram em uma grande variedade de modos - 174 maneiras diferentes de sacudir, para ser mais exato. [Imagem: NASA/JPL-Caltech/University of Western Ontario]

Moléculas vibrantes

Os astrônomos usaram os instrumentos de espectroscopia do Spitzer para analisar a luz infravermelha da nebulosa planetária, observando então as assinaturas espectrais das buckyballs.

Estas moléculas estão aproximadamente a temperatura ambiente, a temperatura ideal para emitir os distintos padrões de luz infravermelha que o Spitzer consegue detectar. Segundo Cami, o Spitzer olhou para o lugar certo na hora certa. Um século mais tarde, e as buckyballs poderiam estar frias demais para serem detectadas.

As buckyballs vibram em uma grande variedade de modos - 174 maneiras diferentes de sacudir, para ser mais exato. Quatro desses modos de vibração fazem as moléculas absorver ou emitir luz infravermelha. Todos os quatro modos foram detectados pelo Spitzer.

Os astrônomos estudaram os dados, um espectro como o mostrado na figura, para identificar as assinaturas, espécies de impressões digitais das moléculas. Os quatro modos de vibração das buckyballs estão indicados pelas setas vermelhas. Da mesma forma, o Spitzer identificou os quatro modos de vibração das moléculas C70, indicados pelas setas azuis.

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2 de jul. de 2010

Nós e os ETs .....

O encontro de um planeta capaz de abrigar água em torno de uma estrela da constelação da Cauda da Serpente, no hemisfério celeste sul, a CoRot-9b refina as buscas em torno de planetas como a Terra nas imediações do Sistema Solar.

O planeta, que está a 1.500 anos-luz de distância, pode ter água em estado líquido, o que é uma condição promissora, mas ainda assim, está longe do que seria um mundo como a Terra. As primeiras avaliações são de que, em sua superfície, as temperaturas variariam entre 20ºC negativos e 150ºC positivos.

O novo planeta foi detectado pelo satélite CoRot que reúne a França e um conjunto de outros países, entre eles o Brasil. A descoberta foi feita há dois anos mas só anunciada esta semana, depois de passar por um escrutínio por parte dos pesquisadores envolvidos.

Na busca de outros mundos fora do Sistema Solar, o dia que encontrarmos um planeta como Marte haverá motivos para festas e comemorações.

Marte, no entanto, nosso vizinho mais próximo, por onde se arrastam veículos enviados da Terra e giram satélites de escrutinamento da superfície, atmosfera e estoques de água congelados no solo ainda não demonstrou, em definitivo, se abriga formas de vida.

A possibilidade de que Marte seja habitado ─ ainda que seus moradores possam não passar de microrganismos, em lugar de homenzinhos verdes como imaginados no passado e concebidos pela ficção científica do começo do século passado ─ é tão elevada quanto a comprovação de água que aconteceu recentemente.

E ainda que seja uma pista de que podemos não estar sozinhos no Universo, essa provável vida marciana seria um começo promissor numa busca que deve estar entre os principais objetivos da ciência.

Ufólogos e defensores da idéia de que somos visitados por objetos como discos-voadores tendem a argumentar que tudo isso é pura perda de tempo. Alienígenas nos visitariam há muito tempo e dessa forma comprovariam que não somos as únicas inteligências entre as estrelas.

Céticos quanto à visita e existência de alienígenas argumentam na direção contrária que, se os ETs nos visitaram e ainda visitam, são no mínimo muito tímidos para não se mostrarem ostensivamente.

A verdade, no entanto, é que tanto crentes quanto céticos em relação a prováveis visitantes do céu não têm provas evidentes para seus pontos de vista. Assim, ninguém pode assegurar, inequivocamente, que alienígenas existem ou não.

Uma dose mínima de bom senso (ainda que bom senso signifique absolutamente nada em termos de busca de conhecimento científico) sugere que não estaríamos sós.

Mas, se isso for verdade, como responder à pergunta do físico italiano e prêmio Nobel Enrico Fermi: “onde estão todos os outros?” referindo-se aos alienígenas.

Podem tanto estar embuçado entre as estrelas, para tomar a expressão de empréstimo de um poeta romântico brasileiro, como simplesmente não existirem.

Em ambos os casos, os alienígenas poderiam nos dar uma lição e aqui um mínimo de bom senso faz sentido.

Se formos os únicos no Universo, deveríamos nos perguntar por que tratamos tão mal a nós próprios?

Por que boa parte das pessoas busca o dinheiro como se fosse o bem maior do Universo?

Por que somos incapazes de saciar a fome, resolvendo uma das necessidades fundamentais de tudo o que vive?

Por que somos tão estúpidos a ponto de acharmos que não somos tanto assim?

Se os alienígenas existirem, e um dia nos visitarem, deveríamos nos apresentar como criaturas menos rústicas do que temos sido.

Deveríamos demonstrar que a Terra é um mundo que pertence a todos os que vivem aqui e isso significa que todos deveriam ter abrigo, alimentos e respeito.

Mas, costumeiramente, nos referimos aos alienígenas como instâncias exóticas e isso faz com que sejamos incapazes de aprender nada com eles.

Mesmo se, de fato, eles não existirem.

Veja Aqui....

22 de mai. de 2010

TEORIA: Surgimento da água na Terra.....


















Confrontando diretamente as hipóteses que propõem que a água pode ter sido trazida para a Terra por asteroides, pesquisadores ingleses e norte-americanos afirmam ter encontrado indícios de que a água estava presente na Terra já no início de sua formação.

Como o ambiente nos primórdios da Terra deve ter sido inóspito demais para a formação de um composto volátil como a água, alguns cientistas propuseram que ela possa ter vindo de outro lugar - embora a ideia seja difícil de compatibilizar com a quantidade de água presente em nosso planeta.

Escala do tempo

Agora, usando pequenas variações na presença de diferentes isótopos de prata em meteoritos e nas rochas terrestres, os cientistas montaram uma escala do tempo que tenta explicar como o nosso planeta foi "montado" a partir de blocos químicos elementares, começando a 4,5 bilhões de anos atrás.

Os resultados do novo estudo indicam que a água e outros elementos voláteis fundamentais podem ter estado presente em pelo menos alguns dos blocos básicos originais presentes na Terra primordial, em vez de terem sido trazidos posteriormente a bordo de cometas e asteroides.

Os chamados "blocos básicos da vida", por exemplo, já haviam foram encontrados em meteoritos e em cometas.

Elementos voláteis

"Estes resultados têm implicações significativas para o nosso entendimento dos processos que acompanharam a acreção e a formação da proto-Terra, e dos meios pelos quais materiais altamente voláteis, como a água, foram formados," afirma Stephen Harlan, diretor da Divisão de Ciências da Terra da Fundação Nacional de Ciências. "A água pode ter estado presente desde muito cedo na história do nosso planeta".

Em comparação com o Sistema Solar como um todo, a Terra é pobre em elementos voláteis, como hidrogênio, carbono e nitrogênio, que provavelmente nunca se condensariam nos planetas formados na parte interna, mais quente, do Sistema Solar.

A Terra também é pobre em elementos moderadamente voláteis, como a prata.

"Uma questão-chave sobre a formação da Terra é quando ocorreu esse empobrecimento," diz Richard Carlson, coautor do artigo. "É aí que os isótopos de prata podem realmente ajudar."

Prata e paládio

A prata tem dois isótopos estáveis, um dos quais, a prata-107, foi produzido nos primórdios do Sistema Solar pelo rápido decaimento radioativo do paládio-107.

O paládio-107 é tão instável que virtualmente todo ele decaiu nos primeiros 30 milhões de anos da história do Sistema Solar.

A prata e o paládio diferem em suas propriedades químicas. A prata é o mais volátil dos dois, enquanto o paládio é mais propenso a se ligar com o ferro.

Essas diferenças permitiram que os cientistas usassem as proporções de isótopos nos meteoritos primitivos e nas rochas do manto terrestre para descrever a história dos compostos voláteis da Terra com relação à formação do seu núcleo de ferro.

Novos mistérios

Nova teoria tenta explicar surgimento da água na Terra
A adição de material rico em compostos voláteis pode ter acontecido em um único evento, talvez uma colisão gigantesca entre a proto-Terra e um corpo celeste do tamanho de Marte, que se acredita ter ejetado para a órbita da Terra material suficiente para formar a Lua. [Imagem: NASA]

Outras informações, fornecidas pelos isótopos de háfnio e tungstênio, indicam que o núcleo do planeta se formou entre 30 e 100 milhões de anos após a origem do Sistema Solar.

"Nós descobrimos que as proporções de isótopos de prata nas rochas do manto da Terra batem precisamente com as dos meteoritos primitivos," diz Carlson. "Mas esses meteoritos têm composições muito ricas em compostos voláteis, ao contrário da Terra, que é pobre em voláteis."

Os isótopos de prata também trouxeram outro mistério, ao sugerir que o núcleo da Terra teria sido formado entre cinco e 10 milhões de anos após a origem do Sistema Solar, muito antes do que o sugerido pelos resultados obtidos a partir do háfnio-tungstênio.

Formação da Lua e da água

O grupo concluiu que essas observações contraditórias podem ser reconciliadas se a Terra tiver primeiro aglomerado material pobre em voláteis, até alcançar cerca de 85% de sua massa final, e então passado a aglomerar material rico em voláteis nos estágios finais de sua formação, cerca de 26 milhões de anos depois da origem do Sistema Solar.

A adição de material rico em compostos voláteis pode ter acontecido em um único evento, talvez uma colisão gigantesca entre a proto-Terra e um corpo celeste do tamanho de Marte, que se acredita ter ejetado para a órbita da Terra material suficiente para formar a Lua.

Os resultados desse estudo dão apoio a um modelo de crescimento planetário sugerido há mais de 30 anos, chamado de "acreção heterogênea", que propõe que a composição dos blocos básicos da Terra se alterou durante o processo de acreção do planeta.

Carlson acrescenta que isso implicaria na necessidade de adição apenas de uma quantidade muito pequena de materiais voláteis, similares aos presentes nos meteoritos primitivos, para explicar todos os compostos voláteis, inclusive a água, presentes hoje na Terra.

Veja aqui



14 de mai. de 2010

PALESTRA: UM UNIVERSO DO NADA....

Lawrence Krauss dá uma palestra sobre universo atual, como vai acabar, e como ele poderia ter surgido...


24 de abr. de 2010

Solar Dynamics Observatory (SDO).....

20 de abr. de 2010

O UNIVERSO: COLISÕES CÓSMICAS....