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20 de mar. de 2013

GRAVITAÇÃO UNIVERSAL.....

30 de ago. de 2012

Hunting the Elements......

Documentário mostra como os elementos são encontrados na natureza....

19 de jan. de 2012

Porque devo aprender Matemática.....

14 de jan. de 2012

Bach e o Legado Luterano...

Interessante série que aborda importantes compositores e músicas sacras da antiguidade. Um visual rico e uma jornada musical pelos 600 anos de música sacra que viajando pela Inglaterra, Itália e Alemanha, nos leva a uma jornada Eventos marcantes da história da música como o surgimento dos corais polifônicos, a construção da majestosa catedral gótica de Notre Dame, a renascença italiana e o rompimento de Henrique VIII com a Igreja Católica criaram dilemas da fé e da música nos compositores da época analisando os
principais compositores e o contexto histórico em que produziram suas obras. Como a reforma protestante de Martinho Lutero provocou uma revolução na música de Johann Sebastian Bach.


12 de jan. de 2012

A HISTÓRIA DO BRASIL POR Bóris Fausto.....

Série narrada pelo historiador Bóris Fausto e que, por meio de documentos e imagens de arquivo, traça um panorama político, social e econômico do País, desde os tempos coloniais até os dias atuais. A série é composta, ainda, de entrevistas com algumas personalidades que ajudaram a escrever essa história.



FONTE: http://tvescola.mec.gov.br/

11 de dez. de 2011

INVEJA.....

7 de dez. de 2011

ÉTICA E CARÁTER.....

2 de nov. de 2011

aspergillus fumigatus botrytis mucor trichoderma cladosporium

2 de out. de 2011

QUADROS NA NOSSA ESCOLA....

Quadros de alguns pintores na nossa escola, produzido pela Professora Zuleica e seus alunos...todos estão de parabéns...



10 de set. de 2011

O MIA PATRIA , SÌ BELLA E PERDUTA!....



Lentiado do ....

27 de ago. de 2011

RAÇA HUMANA....

Este documentário da TV Câmara mostra a discussão em torno das cotas raciais nas universidades. Aos poucos, questões mal-resolvidas da história do Brasil vão ressurgindo.

8 de jun. de 2011

A HISTÓRIA DA CIÊNCIA: o que há lá fora?....

30 de mai. de 2011

Os professores funcionam como uma "bateria viciada"...

Tese de doutoramento "Há vida para lá do trabalho" revela que os docentes não conseguem desligar-se da profissão no final de um dia de aulas. A autora da investigação, Maria Alexandra Costa, professora do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP), obteve um dado curioso: segunda-feira é o dia mais difícil.
Durante duas semanas, no ano letivo passado, 100 professores do pré-escolar ao Ensino Secundário foram seguidos atentamente. Maria Alexandra Costa, professora do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP), acompanhou os docentes e colocou-lhes várias questões em duas fases, ou seja, antes do início de mais uma jornada de trabalho e depois das portas da escola se fecharem. Na tese de doutoramento "Há vida para lá do trabalho - A relação entre a recuperação de recursos e o desempenho no trabalho", a investigadora analisou um grupo profissional com elevados níveis de stress e concluiu que os docentes não conseguem desligar o botão quando chegam a casa.

A pesquisa revela que os docentes não conseguem recarregar baterias quando acaba um dia de trabalho, funcionando, por isso, como "uma bateria viciada". "A partir do momento em que têm níveis de stress muito altos, não conseguem recuperar de forma a não sentirem stress no dia a dia", refere a investigadora ao EDUCARE.PT. Quando o dia acaba e a porta de casa se abre, há muitos professores que têm aulas para preparar, testes para corrigir ou precisam de ajudar os filhos nos trabalhos para a escola. Nestas condições, é complicado interromper a rotina, desligar o interruptor e relaxar antes de ir para a cama. "Torna-se mais complicado, parece que o professor está sempre a trabalhar porque recorre a recursos semelhantes aos que usa no trabalho."

E se, à partida, a segunda-feira poderia ser o dia mais relaxante, depois de um fim de semana para descansar o corpo e a cabeça, o estudo da docente do ISEP indica que o primeiro dia da semana é o mais complicado para quem tem de ensinar. Sexta-feira é o dia em que os professores começam a distanciar-se psicologicamente do trabalho, aplicando-se o efeito de contaminação de fim de semana, à segunda-feira é o momento de enfrentarem mais uma semana de aulas. "É ao fim de semana que mais recuperaram, que se sentem mais em forma, mas quando regressam ao trabalho, o confronto com a realidade parece provocar uma sensação de desgaste maior", afirma.

Maria Alexandra Costa partiu da teoria da recuperação de recursos - cognitivos, psicológicos e emocionais - para tentar perceber se os professores conseguiam recarregar baterias nos tempos de lazer. A maioria não consegue encher o balão de oxigénio, descarregar todo o stress, recuperar em atividades que lhes permitam respirar tranquilamente. "Há três processos que têm impacto nesse carregamento de baterias: a capacidade de se envolverem em atividades que lhes permitam afastar-se psicologicamente do trabalho, o relaxamento e o sono", explica.

"Apesar de os professores terem uma grande necessidade de recarregar baterias, até porque têm um desgaste muito grande ao longo do dia, têm uma inabilidade para o fazer", sustenta. Por isso, a investigadora defende que cada professor deve encontrar a sua própria forma de relaxamento que pode passar por praticar ioga ou um desporto, frequentar um workshop de teatro ou de dança, ir ao cinema, meditar. A escolha é de cada um. O processo de relaxamento de uma pessoa pode ser completamente diferente de outra.

As escolas também podem dar uma ajuda neste processo. "As salas de professores são tudo menos espaços de relaxamento", observa. Portanto, a docente sugere que os responsáveis educativos se debrucem sobre o que pode ser feito para que os docentes consigam relaxar, nem que seja por alguns momentos, dentro do recinto escolar. Como, por exemplo, criar condições para que os professores façam todas as tarefas relacionadas com o ensino na escola, de forma a definir fronteiras entre a vida profissional e a vida privada. Em seu entender, a própria organização escolar podia incentivar os docentes a envolver-se em atividades que promovam relaxamento e bem-estar e assim criar clubes de leitura, classes de ginástica, sessões de relaxamento, tertúlias, entre outras. E para que o desempenho seja o melhor possível, o período antes do início das aulas deve ser o mais relaxante possível, com uma sala de professores simpática e, se possível, com música ambiente.

"O que as pessoas fazem nos seus tempos livres tem impacto naquilo que é o seu trabalho", reforça a investigadora. O sono também faz milagres e naturalmente influencia o estado de recuperação matinal que, por sua vez, se reflete no desempenho ao longo do dia. "O efeito do sono, a quantidade e qualidade desse descanso, tem um impacto muito grande na recuperação."

26 de mai. de 2011

COMO UTILIZAR BLOGS NA EDUCAÇÃO....

22 de mai. de 2011

Fala da Professora Amanda Gurgel...

Professora Amanda Gurgel silencia Deputados em audiência pública.
Educadora fala sobre condições precárias de trabalho no RN/BRASIL.

14 de mai. de 2011

Demissões dos Professores PSS...













16 de abr. de 2011

Como mudar o rumo de nossa vida!...

O Ensino do Século XXI na USP: O Curso de Ciências Semi-Presencial!..

30 de mar. de 2011

A conspiração contra os heterossexuais....

Por Henry Makow Ph.D.

February 24, 2003

Ativistas gays e lésbicas recentemente organizaram uma semana de "Questão de Gênero" em uma universidade local.

Eles colocam pôsteres promovendo a noção que masculinidade e feminilidade são meramente convenções sociais e não têm qualquer base na biologia. "Você nasce nu e o resto é Drag," disse alguém, citando o drag queen RuPaul.

Eles querem nos fazer crer que não há diferença entre macho e fêmea, ignorando que os machos têm 10 vezes mais testosterona que as fêmeas.

Imagine a gritaria se heterossexuais desafiassem os homossexuais de um modo similar? O que seria se lêssemos nos pôsteres, "A Homossexualidade é uma Desordem Desenvolvida"? Os eventos gays atrairam poucos estudantes, mas sua campanha ilustrava dois importantes pontos.

Ativistas gays e lésbicas tencionam que somente querem tolerância quando na realidade querem seduzir "heteros" e mudar o caráter da sociedade em geral. A demanda para casamento gay deveria ser vista nesse contexto.

O fato deles poderem insultar a maioria do corpo estudantil com impunidade ilustra como o poder nas universidades e no governo promovem a homossexualidade. Por quê?

Os cinco por cento da população mundial que controlam 95% das riquezas mundiais têm uma solução para a desigualdade. Aumentar a riqueza? Não. Em vez disso, reduzir o número dos que não têm. Erradicar a pobreza erradicando o pobre. Nessa perspectiva, é você e eu.

O objetivo é fazer a mulher parar de ter filhos. Um método é promover a homossexualidade, ou o feminismo, que é lesbianismo como se tem trabalhado. De acordo com o expert em população, Ben Wattenberg, "nunca em algum tempo tivemos quedas de taxas de natalidade considerando distância, rapidez e custo, assim por todo o mundo".

A humanidade é uma espécie de aliança entre casais. Nós encontramos significado e satisfação através de nossos papéis heterossexuais: marido, mulher, pai e mãe. Esses são essenciais para nosso desenvolvimento pessoal e realização. Ainda que as mídias de massa constantemente nos digam que os homens sejam violentos predadores, que os casamentos sejam opressivos e as crianças um fardo.

Por exemplo, veja o trailer do filme indicado para o Oscar "The Hours". Esse filme é a respeito de três mulheres diferentes cada qual vivendo "uma mentira" porque elas "põe a vida de alguém a mais em primeiro lugar". Você já viu um filme a respeito de um casamento bem sucedido? Ou alguém que celebrou paternidade pela incrível realização que isso representa?

Aqueles que residem em países comunistas estão acostumados a obter mensagens falsas do governo e da mídia. Nós temos nos acostumado melhor com isso também. Se você reparar, nossa liderança (governo, mídia, educação, e negócios) está repleta de corrupção e tendência comunista (substituição do particular pelo monopólio público, sustentado por poder governamental, e você obterá o retrato).

Com o encorajamento do governo, as feministas promovem um terror lésbico e a suspeita dos homens. Eu assisti uma apresentação a respeito das "mulheres consoladas" coreanas durante a Segunda Guerra Mundial. Os slides eram projetados na efígie de uma mulher coreana vestindo um kimono. Conforme ela explicava as indignidades que sofreu dos soldados japoneses, eu podia sentir que as 25 jovens mulheres na audiência fechavam seus corações a todos os homens. Não havia qualquer menção de que os soldados americanos que libertaram essas mulheres também fossem homens.

O feminismo tem imbuído muitas mulheres de um senso exagerado de importância, de direito e sofrimento que tornam-nas inacessíveis. Sexualmente, elas têm ido à briga, "com suas pernas cruzadas", induzindo seus encantos pairarem em valor a níveis quase místicos. Eu vi uma exibição de arte onde uma estudante realmente fotografou a abertura de sua vagina e emoldurou-a.

Nós estamos treinados a escutar a mensagens em lugar de nossos instintos. Essa dissonância psicológica cria uma psicose de massa. Se você não notou, a sociedade tem uma obsessão descomedida por sexo.

COMO HOMENS E MULHERES SE LIGAM

Em seu coração, o sexo é realmente uma paixão para a união espiritual com um membro do sexo oposto. Essa união ou "casamento" fornece um sentido de completude. Somente se tornando um "todo" nós finalmente nos tornamos homens e mulheres. Homens fazem mulheres e vice-versa.

O casamento envolve a rendição do poder da mulher em troca de proteção e amor do homem. O poder é a essência da identidade masculina. A mulher civiliza os homens convertendo seu poder para fins socialmente construtivos.

Os homens têm uma profunda necessidade psicológica de possuir uma mulher e mulheres têm uma necessidade similar de serem possuídas. Lembre-se que o casamento é a aproximação de se tornar apenas um.

Aceitando a liderança do homem, a mulher demonstra que o ama. Não há nada mais belo do que esse ato de confiança. É ao que um homem responde; seu amor aumenta em proporção direta.

Um homem não pode se dedicar a uma família em que ele não possa liderar. Mulheres se queixam que homens são garotos por recusarem a lhes dar poder, reclamando "igualdade" em seu lugar. A igualdade neutraliza tanto o macho quanto a fêmea. Um homem se torna um homem assumindo a responsabilidade de uma família. É do interesse da esposa aumentar o poder de seu marido.

Os muçulmanos proíbem o contato visual entre os sexos porque o olhar de um homem é como seu sêmen. De vez em quando eu tinha uma extraordinária reação quando dava uma olhada em uma mulher. Seu ser completo parecia abrir-se e me receber. Seu rosto se tornava extraordinariamente convidativo, amável e belo. Eu tive um baque e desviei minha contemplação, embora eu ficasse tocado.

Uma semente cai em terra fértil. Seu espírito é plantado, seu amor o alimenta; posteriormente se torna sua criança. Não há nada mais profundo, mais belo ou mais satisfatório do que o amor entre um homem e uma mulher. Isso é o que querem destruir.

Eu antecipo e-mails reclamando que os homens não sustentam barganhas. Mulheres, vão devagar. Observem. Pensem. Selecionem cuidadosamente. Para a queixa de que eu queira que as mulheres "voltem a ser zumbis submissos", uma mulher que tem o amor e apoio de um marido e a família está em uma posição melhor para alcançar qualquer coisa que precisem.

Enfim, heterossexuais estão sob constante assalto. A promiscuidade é encorajada. A adolescentes é ensinado sobre sexo oral nas escolas. Pornografia e sexo enchem suas caixas-postais de e-mail. Mulheres desfilam nuas em jornais e na TV.

Que casal pode resistir a essa tempestade? Alguém que alcançou a perfeição. Isso se consegue quando uma mulher particularmente se entrega ao invés de afirmar sua independência e poder.

6 de jan. de 2011

J'ai besoin d'aide pour accuser .......

J'acuse!
(Eu acuso!)

“Mon devoir est de parler, je ne veux pas être complice.” (“Meu dever é falar, não quero ser cúmplice.”)
Émile Zola


Foi uma tragédia fartamente anunciada. Em milhares de casos, desrespeito. Em outros tantos, escárnio. Em Belo Horizonte, um estudante processa a escola e o professor que lhe deu notas baixas, alegando que teve danos morais ao ter que virar noites estudando para a prova subsequente. (Notem bem: o alegado “dano moral” do estudante foi ter que... estudar!).

A coisa não fica apenas por aí. Pelo Brasil afora, ameaças constantes. Ainda neste ano, uma professora brutalmente espancada por um aluno. O ápice desta escalada macabra não poderia ser outro.

O professor Kássio Vinícius Castro Gomes pagou com sua vida, com seu futuro, com o futuro de sua esposa e filhas, com as lágrimas eternas de sua mãe, pela irresponsabilidade que há muito vem tomando conta dos ambientes escolares.

Há uma lógica perversa por trás dessa asquerosa escalada. A promoção do desrespeito aos valores, ao bom senso, às regras de bem viver e à autoridade foi elevada a método de ensino e imperativo de convivência supostamente democrática.

No início, foi o maio de 68, em Paris: gritava-se nas ruas que “era proibido proibir”. Depois, a geração do “não bate, que traumatiza”. A coisa continuou: “Não reprove, que atrapalha”. Não dê provas difíceis, pois “temos que respeitar o perfil dos nossos alunos”. Aliás, “prova não prova nada”. Deixe o aluno “construir seu conhecimento.” Não vamos avaliar o aluno. Pensando bem, “é o aluno que vai avaliar o professor”. Afinal de contas, ele está pagando...

E como a estupidez humana não tem limite, a avacalhação geral epidêmica, travestida de “novo paradigma” (Irc!), prosseguiu a todo vapor, em vários setores: “o bandido é vítima da sociedade”, “temos que mudar ‘tudo isso que está aí’; “mais importante que ter conhecimento é ser ‘crítico’.”

Claro que a intelectualidade rasa de pedagogos de panfleto e burocratas carreiristas ganhou um imenso impulso com a mercantilização desabrida do ensino: agora, o discurso anti-disciplina é anabolizado pela lógica doentia e desonesta da paparicação ao aluno – cliente...

Estamos criando gerações em que uma parcela considerável de nossos cidadãos é composta de adultos mimados, despreparados para os problemas, decepções e desafios da vida, incapazes de lidar com conflitos e, pior, dotados de uma delirante certeza de que “o mundo lhes deve algo”.

Um desses jovens, revoltado com suas notas baixas, cravou uma faca com dezoito centímetros de lâmina, bem no coração de um professor. Tirou-lhe tudo o que tinha e tudo o que poderia vir a ter, sentir, amar.

Ao assassino, corretamente , deverão ser concedidos todos os direitos que a lei prevê: o direito ao tratamento humano, o direito à ampla defesa, o direito de não ser condenado em pena maior do que a prevista em lei. Tudo isso, e muito mais, fará parte do devido processo legal, que se iniciará com a denúncia, a ser apresentada pelo Ministério Público. A acusação penal a o autor do homicídio covarde virá do promotor de justiça. Mas, com a licença devida ao célebre texto de Emile Zola, EU ACUSO tantos outros que estão por trás do cabo da faca:

EU ACUSO a pedagogia ideologizada, que pretende relativizar tudo e todos, equiparando certo ao errado e vice-versa;

EU ACUSO os pseudo-intelectuais de panfleto, que romantizam a “revolta dos oprimidos”e justificam a violência por parte daqueles que se sentem vítimas;

EU ACUSO os burocratas da educação e suas cartilhas do politicamente correto, que impedem a escola de constar faltas graves no histórico escolar, mesmo de alunos criminosos, deixando-os livres para tumultuar e cometer crimes em outras escolas;

EU ACUSO a hipocrisia de exigir professores com mestrado e doutorado, muitos dos quais, no dia a dia, serão pressionados a dar provas bem tranqüilas, provas de mentirinha, para “adequar a avaliação ao perfil dos alunos”;

EU ACUSO os últimos tantos Ministros da Educação, que em nome de estatísticas hipócritas e interesses privados, permitiram a proliferação de cursos superiores completamente sem condições, freqüentados por alunos igualmente sem condições de ali estar;

EU ACUSO a mercantilização cretina do ensino, a venda de diplomas e títulos sem o mínimo de interesse e de responsabilidade com o conteúdo e formação dos alunos, bem como de suas futuras missões na sociedade;

EU ACUSO a lógica doentia e hipócrita do aluno-cliente, cada vez menos exigido e cada vez mais paparicado e enganado, o qual, finge que não sabe que, para a escola que lhe paparica, seu boleto hoje vale muito mais do que seu sucesso e sua felicidade amanhã;

EU ACUSO a hipocrisia das escolas que jamais reprovam seus alunos, as quais formam analfabetos funcionais só para maquiar estatísticas do IDH e dizer ao mundo que o número de alunos com segundo grau completo cresceu “tantos por cento”;

EU ACUSO os que aplaudem tais escolas e ainda trabalham pela massificação do ensino superior, sem entender que o aluno que ali chega deve ter o mínimo de preparo civilizacional, intelectual e moral, pois estamos chegando ao tempo no qual o aluno “terá direito” de se tornar médico ou advogado sem sequer saber escrever, tudo para o desespero de seus futuros clientes-cobaia;

EU ACUSO os que agora falam em promover um “novo paradigma”, uma “ nova cultura de paz”, pois o que se deve promover é a boa e VELHA cultura da “vergonha na cara”, do respeito às normas, à autoridade e do respeito ao ambiente universitário como um ambiente de busca do conhecimento;

EU ACUSO os “cabeça – boa” que acham e ensinam que disciplina é “careta”, que respeito às normas é coisa de velho decrépito;

EU ACUSO os métodos de avaliação de professores, que se tornaram templos de vendilhões, nos quais votos são comprados e vendidos em troca de piadinhas, sorrisos e notas fáceis;

EU ACUSO os alunos que protestam contra a impunidade dos políticos, mas gabam-se de colar nas provas, assim como ACUSO os professores que, vendo tais alunos colarem, não têm coragem de aplicar a devida punição.

EU VEEMENTEMENTE ACUSO os diretores e coordenadores que impedem os professores de punir os alunos que colam, ou pretendem que os professores sejam “promoters” de seus cursos;

EU ACUSO os diretores e coordenadores que toleram condutas desrespeitosas de alunos contra professores e funcionários, pois sua omissão quanto aos pequenos incidentes é diretamente responsável pela ocorrência dos incidentes maiores;

Uma multidão de filhos tiranos que se tornam alunos -clientes, serão despejados na vida como adultos eternamente infantilizados e totalmente despreparados, tanto tecnicamente para o exercício da profissão, quanto pessoalmente para os conflitos, desafios e decepções do dia a dia.

Ensimesmados em seus delírios de perseguição ou de grandeza, estes jovens mostram cada vez menos preparo na delicada e essencial arte que é lidar com aquele ser complexo e imprevisível que podemos chamar de “o outro”.

A infantilização eterna cria a seguinte e horrenda lógica, hoje na cabeça de muitas crianças em corpo de adulto: “Se eu tiro nota baixa, a culpa é do professor. Se não tenho dinheiro, a culpa é do patrão. Se me drogo, a culpa é dos meus pais. Se furto, roubo, mato, a culpa é do sistema. Eu, sou apenas uma vítima. Uma eterna vítima. O opressor é você, que trabalha, paga suas contas em dia e vive sua vida. Minhas coisas não saíram como eu queria. Estou com muita raiva. Quando eu era criança, eu batia os pés no chão. Mas agora, fisicamente, eu cresci. Portanto, você pode ser o próximo.”

Qualquer um de nós pode ser o próximo, por qualquer motivo. Em qualquer lugar, dentro ou fora das escolas. A facada ignóbil no professor Kássio dói no peito de todos nós. Que a sua morte não seja em vão. É hora de repensarmos a educação brasileira e abrirmos mão dos modismos e invencionices. A melhor “nova cultura de paz” que podemos adotar nas escolas e universidades é fazermos as pazes com os bons e velhos conceitos de seriedade, responsabilidade, disciplina e estudo de verdade.

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