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9 de fev. de 2013

OS 4 GINETES DO APOCALIPSE......

Parte 1/3 - Os 4 Ginetes do Novo Apocalipse (2012) from Malandro on Vimeo.

12 de jan. de 2012

A ESTÓRIA DE SUA ESCRAVIDÃO.....

10 de set. de 2011

O MIA PATRIA , SÌ BELLA E PERDUTA!....



Lentiado do ....

27 de ago. de 2011

RAÇA HUMANA....

Este documentário da TV Câmara mostra a discussão em torno das cotas raciais nas universidades. Aos poucos, questões mal-resolvidas da história do Brasil vão ressurgindo.

18 de ago. de 2011

Gagged In Brazil - Amordaçado no Brasil (2006)...


Vídeo produzido para a Current TV e exibido nos EUA e Inglaterra mostra as relações viscerais entre os meios de comunicação e o ex-Governador de Minas, Aécio Neves.
Uma boa chance dos brasileiros se conscientizarem sobre como influência política resulta em fabricação de consenso e notícias distorcidas na mídia oligárquica. Uma oportunidade de pelo menos começar a desconfiar do que se fala nos principais canais de TV.

"A imprensa Mineira e Nacional não quer o debate político"

25 de jun. de 2011

O escândalo do aviso prévio....

Deixei de trabalhar para os outros em 1989. Há quase um quarto de século, dei-me conta de que não fora feito para o jogo de puxadas de tapete e bajulação a que trabalhar em uma empresa obriga o funcionário. Cansei-me de ver gente incompetente e sem ética superar quem, ingenuamente, acreditava na competência como meio de galgar posições.

Como sempre, portanto, o que faço neste texto é defender a coletividade sem interesses pessoais no assunto que será abordado, ou seja, a recente manifestação do STF de que o aviso prévio aos trabalhadores não é de 30 dias, segundo a Constituição; 30 dias é um piso a partir do qual deve ser calculado o custo para uma empresa demitir alguém.

Desde a criação do FGTS – em 1966, durante a ditadura –, que o trabalhador passou a correr o risco de ser demitido após, por exemplo, 30 anos de trabalho como se tivesse começado ontem. Hoje, pouco importando o tempo em que você trabalha em uma empresa, pode ser demitido como aquele que está nela há pouco mais de 90 dias, o prazo de experiência em que o trabalhador quase não tem direitos.

Deixei de trabalhar como empregado e me tornei trabalhador autônomo, depois empresário e agora autônomo de novo (de 7 anos para cá) justamente por conta do poder que o empresário brasileiro recebe do Estado para pôr no olho da rua até alguém que deu a sua vida àquele que o empregou, muitas vezes durante décadas a fio.

E também me desiludi com o trabalho assalariado por conta dos empregados “modernos” que, contra o próprio interesse e o dos colegas, defendiam posições do patronato que entravam na moda com a ascensão de Fernando Collor de Mello ao poder, de reduzir direitos do trabalhador como forma de “modernizar” a economia e combater o “custo Brasil”.

Esse processo autofágico de parcela da classe trabalhadora chegou ao auge durante a era Fernando Henrique Cardoso, quando o governo, o partido do governo e a grande imprensa diziam que a única forma de aumentar o emprego formal no Brasil seria reduzindo direitos trabalhistas tais como férias, 13º salário, FGTS etc.

É, meu caro leitor, por pouco você não trabalha hoje como autônomo, porém com todas as obrigações de um empregado formal. Porque seus colegas “modernos” de então, inspirados pelo nefasto governo midiático do PSDB, repetiam, tal qual papagaios, as teses do patronato, na busca insana por serem considerados “confiáveis” por ele.

Todos sabem que aquela história era balela. Collor e FHC foram eleitos pela mesma razão que a ditadura militar foi instalada no Brasil, para ajudar o patronato a ganhar mais dinheiro às custas da precarização do trabalho formal, que impunha cada vez mais deveres e já recebia propostas de redução dos direitos.

Agora, durante julgamento de processo de funcionários da mineradora Vale, descobriu-se que a Constituição estabelece, no Artigo 7, que “é direito dos trabalhadores urbanos e rurais (…) aviso prévio proporcional ao tempo de serviço, sendo no mínimo de 30 dias”, e que, pasme, uma lei deveria regular o tema, apesar de que o Congresso nunca aprovou essa lei.

Alguém tem alguma teoria sobre por que a classe política jamais tocou nesse vespeiro? Imagine-se o que a mídia, o braço comunicacional da elite, faria com o político que defendesse abertamente que o empresário não pudesse dar um pontapé na bunda até daquele que o serviu por 20, 30 anos…

Agora, quatro ex-funcionários da Vale pediram, por meio de um “mandado de injunção”, que o STF suprisse a lacuna na lei. Um deles, José Geraldo da Silva, estava na empresa havia quase 30 anos e foi demitido sem justa causa, recebendo o equivalente a 30 dias de salário.

A mídia, mais uma vez, como fazia na época de Collor e FHC, tenta vender à sociedade que ela deve se autoflagelar e deixar que o bom e velho mercado regule tudo. Esse é o teor dos editoriais, dos artigos, das cartas de leitor, de tudo que a grande imprensa está publicando. É como se todos pensassem da mesma forma.

Hoje, o Brasil bate recordes incessantes de contratação formal de trabalhadores até um ponto em que já falta mão de obra em vários setores. Que lição você, papagaio de jornal, tira disso? Já imaginou se tivesse prevalecido o discurso tucano, no fim do século passado, e direitos trabalhistas tivessem sido suprimidos para “facilitar” a contratação?

O fato é que o que inibe ou impede a contratação formal não são as garantias que têm aqueles que vendem ao patronato a sua força de trabalho, mas a conjuntura econômica. Você pode obrigar as pessoas a trabalharem até de graça que, se não houver necessidade e a oferta de mão de obra for farta, o empregador certamente não contratará.

Não acredite, pois, nessa história única com que a mídia pretende soterrar a discussão das regras para demissão de trabalhadores. Tornar o aviso prévio proporcional ao tempo de serviço não estimulará demissões se o mercado estiver contratando. O que é preciso é continuar com as políticas que vão gerando demanda por trabalhadores.

Dos leitores

Caro Eduardo :

Sou advogado desses trabalhadores que tiveram seus Mandados de Injunção julgados pelo STF, que foram ajuizados através do SINDICATO METABASE DE ITABIRA (Raimundo, Jonas e José Geraldo) e da ASSOCIAÇÃO DOS EMPREGADOS DA VALE EM SERGIPE (Luiz Vieira), e tenho acompanhado as repercussões do julgamento.

Claro, em sua maioria, a imprensa está divulgando as opiniões vociferantes do empresariado, como se o Aviso Prévio Proporcional já não estivesse aprovado desde 05 de outubro de 1988.

É sempre a mesma coisa, basta pesquisar nos arquivos de jornais da Biblioteca Nacional : a cada avanço (sempre tardio !) em favor da Classe Trabalhadora, surgem os argumentos ad terrorem da Direita. Foi assim com as Férias, foi assim com o 13º Salário, foi assim com a Jornada de 44 horas…

Sempre o mesmo argumento de que os pobres empresários não vão suportar os custos. Aliás, já diziam isso na época em que foi promulgada a Lei do Ventre Livre ! Que seria de nossos empresários sem poder escravizar a prole das senzalas ? Quem tiver vontade que o pesquise. Está nos jornais da época.

Por isso, eu o cumprimento, caro Eduardo, por sua opinião lúcida e cidadã. Parabéns !

Carlos Cleto
OAB-SE 352-A / OAB-MG 115.576

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17 de jun. de 2011

A DOUTRINA DO CHOQUE....

A Doutrina do Choque from Muito Aterrorizado on Vimeo.

7 de mai. de 2011

Padre Corajoso......

O Ministério Público Federal de São Paulo ajuizou ação pedindo a retirada dos símbolos religiosos das repartições públicas.

Pois bem, veja o que diz o frade Demetrius dos Santos Silva.

Sou padre católico e concordo plenamente com o Ministério Público de São Paulo, por querer retirar os símbolos religiosos das repartições públicas…
Nosso Estado é laico e não deve favorecer esta ou aquela religião. A Cruz deve ser retirada!
Aliás, nunca gostei de ver a Cruz em Tribunais, onde os pobres têm menos direitos que os ricos e onde sentenças são barganhadas, vendidas e compradas.
Não quero mais ver a Cruz nas Câmaras legislativas, onde a corrupção é a moeda mais forte.
Não quero ver, também, a Cruz em delegacias, cadeias e quartéis, onde
os pequenos são constrangidos e torturados.
Não quero ver, muito menos, a Cruz em prontos-socorros e hospitais, onde pessoas pobres morrem sem atendimento.
É preciso retirar a Cruz das repartições públicas, porque Cristo não abençoa a sórdida política brasileira, causa das desgraças, das misérias e sofrimentos dos pequenos, dos pobres e dos menos favorecidos.
Frade Demetrius dos Santos Silva
São Paulo/SP

18 de jan. de 2011

RIC...

Convocação do governo brasileiro para troca do RG por identidade com chip

Com o Banco Itaú fornecendo o chip, estamos caminhando para o controle total dos bancos sobre os brasileiros.

Aprontaram, para nós, o maior e verdadeiro Big Brother Brasil.
E começarão por três localidades (Ilha de Itamaracá, Nísia Floresta e Rio do Sono) mais insignificantes do país, para ninguém notar nada.

O Governo informa que irá começar por Brasília, Rio de Janeiro e Salvador a convocação dos selecionados para trocar a antiga cédula de identidade (RG) pelo novo cartão de Registro de Identidade Civil (RIC). A chamada começou nesta segunda-feira.

Os detalhes da nova carteira de identidade parecem esconder um interesse de banqueiros.

O Ministério da Justiça informou que a escolha das cidades foi aleatória. Hidrolândia (GO), Ilha de Itamaracá (PE), Nísia Floresta (RN) e Rio Sono (TO) também fazem parte do projeto-piloto e o início da convocação será ainda no primeiro semestre.

Os cartões dos selecionados já estão prontos. Eles foram feitos com base nos cadastros repassados pelos estados ao Ministério da Justiça. O RIC é um cartão magnético, com impressão digital e chip eletrônico, que inclui informações como nome, sexo, data de nascimento, foto, filiação, naturalidade e assinatura, entre outros dados.

Certamente, os banqueiros - que são hoje no Brasil, a classe mais ganhou dinheiro no mundo, privilegiada com os juros estratosféricos - estão colocando nos chips seu cadastro financeiro e informações para seus negócios com o vil metal.

A Lei 9.454/97 foi criada a partir de um projeto do senador Pedro Simon (PMDB-RS). E o deputado William Woo (PPS-SP) incrementou, estabelecendo um convênio com os Estados para a emissão do documento.

Divisão de Passaportes (Depas) da PF, divulgou discretamente sem chamar a atenção que “ ...participam da medida, a Itautec (fabricante do chip), a Coordenação Geral de Imigração, o Serviço de Processamento de Dados Federal (Serpro) e a Casa da Moeda..."

Preparem-se brasileiros do Caburaí ao Chuí, pois - se já não bastasse a “derrama“ maior que do tempo da “Inconfidência Mineira” -, os nossos políticos governantes, junto com o Banco Itaú (que levou o Banestado de graça), aprontam o maior e verdadeiro Big Brother Brasil.

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21 de set. de 2010

LARANJAS PODRES II.....

A língua é uma flecha mortal

15 de set. de 2010

LARANJAS PODRES.....

22 de ago. de 2010

LEI CONTRA SACOLA PLÁSTICA.....

México adota lei contra sacola plástica que prevê prisão

Calcula-se que 20 milhões de sacolas sejam usadas por dia na capital mexicana

Uma lei que entrou em vigor na Cidade do México prevê multas e prisão para comerciantes que distribuírem gratuitamente sacolas plásticas a consumidores.

A lei prevê detenção de até 36 horas e multas entre 57.460 pesos mexicanos (cerca de R$ 7,9 mil) e 1.149.200 pesos (R$ 159,4 mil) aos infratores.

A lei estabelece também que os comerciantes da capital mexicana só poderão vender sacolas plásticas que forem biodegradáveis.

Com a medida, o governo diz que espera reduzir o consumo diário estimado de 20 milhões de sacolas plásticas.

‘Caça às bolsas’

A Lei dos Resíduos Sólidos foi aprovada em agosto de 2009, prevendo o prazo de um ano para sua implementação.

A mudança vem sendo criticada por diversos setores, desde a Associação Nacional das Indústrias de Plástico até o Partido Verde.

Alguns estabelecimentos comerciais também anunciaram que não vão acatar a lei e continuarão fornecendo as sacolas gratuitamente.

Em uma coletiva, a conselheira jurídica do governo da capital mexicana, Letícia Bonifaz, disse que a nova lei não pretende lançar uma “caça às bolsas”, mas sim apenas reduzir seu uso.

Por sua vez, a líder do partido governista PAN na Assembleia Legislativa da capital, Maria Gómez del Campo, pediu aos moradores da Cidade do México que adotem uma cultura de reciclagem e disse que uma possível flexibilização da lei não é negociável.

Metano

O deputado Alberto Couttlolenc (PV) disse à repórter Inma Gil, da BBC Mundo, que o governo precisa definir quais são as tecnologias aceitáveis para a produção das bolsas e o que vem a ser exatamente uma “sacola biodegradável”.

O parlamentar também cobrou um melhor esclarecimento sobre como será a fiscalização e como o consumidor pode identificar a sacola correta.

“Como o comerciante que continuar dando as sacolas vai ser punido? Quem vai receber a multa com 36 hora de prisão, a mulher no caixa, o diretor da empresa?”, questionou, ressaltando o que diz ser lacunas na legislação.

O governo disse que mais detalhes relacionados a lei devem ser divulgados nas próximas semanas.

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14 de ago. de 2010

OBRIGAÇÃO MORAL....

"Enquanto os israelenses, inclusive os colonos, podem circular livremente em toda a região, os palestinos ficam presos em enclaves cercados por muros e pontos de checagem", afirmou.
Segundo as autoridades israelenses, as restrições à entrada de palestinos em Israel têm o objetivo de evitar atentados.
A proibição tornou-se praticamente hermética durante a segunda Intifada (levante palestino) que começou no ano 2000, depois de uma série de atentados suicidas realizados em grandes cidades israelenses.
'Libertação'
Daphne, de 61 anos, contou que o passeio com as mulheres palestinas foi um dos dias "mais emocionantes e felizes" de sua vida.
"Senti uma sensação de libertação naquele dia", disse Daphne. "A ocupação e o enclausuramento da população palestina em enclaves na Cisjordânia me fazem sentir em uma prisão", disse.
"Desafiar a lei e trazer as mulheres palestinas para passear em Tel Aviv e ver o mar me fez sentir uma sensação de liberdade por um dia", disse.
"Acho que a ocupação coloca não só os palestinos, mas tambem nós, os israelenses, em uma prisão."
Artigo
O desafio à proibição generalizada à entrada de palestinos em Israel começou com um ato isolado da escritora Ilana Hamermann.
Em maio deste ano, a escritora, de 66 anos, publicou um artigo no jornal Haaretz, relatando que havia "contrabandeado" três mulheres palestinas, em seu carro, para dentro de Israel, e as levado para ver o mar em Tel Aviv.
"Eu já faço isso há muitos anos, 'contrabandeio' amigos palestinos pois não reconheço a legitimidade da ocupação, dos muros, das cercas e dos pontos de checagem que Israel instalou na Cisjordânia", disse Ilana à BBC Brasil.
"Essas limitações à liberdade dos palestinos não contribuem para a segurança dos israelenses, muito pelo contrário, acho que é essa política de ocupação que nos coloca em risco", afirmou.
Anúncio
O gesto simbólico de Ilana comoveu mais onze mulheres israelenses, que seguiram seu exemplo e há alguns dias publicaram um anúncio assinado na imprensa local, declarando que haviam violado a lei, de maneira premeditada, e levado 12 mulheres e 5 crianças palestinas, para passear em Tel Aviv.
A operação foi cuidadosamente planejada e houve dois encontros preliminares com as mulheres palestinas, antes do passeio.
De acordo com Daphne, as mulheres palestinas, habitantes de duas aldeias próximas a Jerusalém, na Cisjordânia, sabiam que estavam assumindo o risco de serem presas pelas tropas israelenses.
Para conseguir passar pelos vários pontos de checagem no caminho, elas se disfarçaram de israelenses e não vestiram as roupas tradicionais palestinas, retirando inclusive o véu com o qual geralmente cobrem os cabelos.
"Para todas as mulheres envolvidas, tanto as israelenses como as palestinas, nosso passeio foi, antes de tudo, um ato politico", disse Daphne.
"Mas acabou sendo também um ato de prazer. Comemos juntas em um restaurante em Jaffa, fomos à praia de Tel Aviv, passeamos pela cidade e ao entardecer as levamos de volta para suas aldeias, passando por Jerusalém", conta.
Daphne relatou que, para as palestinas, o momento mais forte do passeio foi quando viram o mar pela primeira vez.
"A vida toda elas sofrem restrições à sua liberdade de movimentação, e ver aquela imensidão livre e sem fronteiras que é o mar gerou uma emoção e uma sensação de libertação, que só uma pessoa enclausurada pode sentir", afirmou.
Debate
Publicando esse ato de desobediência civil, as mulheres esperam gerar um debate na sociedade israelense sobre os limites da obediência e sobre o significado de leis que vigoram no país.
O grupo de direita Fórum Juridico em Prol da Terra de Israel entrou com uma queixa contra Ilana Hamermann junto à Procuradoria Geral da Justiça que, por sua vez, encaminhou o processo à policia.
A pena pela violação da Lei de Entrada em Israel pode chegar a dois anos de prisão.
As participantes israelenses estão dispostas a pagar o preço da violação da lei.
"Para isso estou disposta a ficar dois anos na prisão", afirmou Daphne.
Ilana e Daphne relataram que, desde a publicação do anúncio, receberam dezenas de telefonemas de outras mulheres israelenses, que querem participar do próximo "passeio".
"Depois da visita a Tel Aviv, as palestinas que participaram me disseram que milhares de palestinas estariam dispostas a fazer parte do próximo projeto, pois não aguentam mais a situação atual e querem aderir a atos de desobediência civil junto com mulheres israelenses", disse Ilana.
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10 de ago. de 2010

LEI 9.454/97.....

Identidade com chip começará a ser emitida ainda neste ano


(Ag. Câmara) - O Instituto Nacional de Identificação (INI) da Polícia Federal pretende emitir, até o final do ano, de 100 mil a 200 mil registros de identidade civil (RIC), a nova carteira de identidade equipada com um chip que vai permitir ao cidadão exercer todos os seus direitos com um único documento. Ainda não está prevista, no entanto, a data de início da emissão dessas carteiras.

Além de simplificar a vida do brasileiro, o RIC traz dispositivos contra a falsificação, o que evitará fraudes a partir do roubo da carteira de identidade. O novo documento também permitirá a criação de um banco de dados único com as digitais dos brasileiros, compartilhado entre os órgãos de segurança dos estados e dos municípios.

"Isso vai aumentar muito a eficácia da perícia criminal brasileira e tornar realidade o que hoje se vê nos programas de televisão sobre laboratórios criminais", disse o deputado William Woo (PPS-SP), autor de uma emenda que viabilizou os convênios para confecção do documento.
"A Polícia Federal não tem pessoal nem postos suficientes para emitir a carteira em todo o território nacional. Era preciso permitir o convênio com os estados, assim como ocorre nas emissões das carteiras de motorista", argumenta o deputado.
Atualmente, dos 26 estados brasileiros, 19 já estão conveniados e outros 5 manifestaram o interesse de se credenciar.
Custos de implantação
O custo da nova tecnologia, de acordo com o INI, é de aproximadamente 800 milhões de dólares (R$ 1,4 bilhão) para instalação do projeto e emissão de 170 milhões de carteiras. Essa despesa ficará a cargo da União.
"É um valor relativamente pequeno, se for levado em consideração que os bancos investem R$ 1 bilhão por ano em tecnologia para garantir a segurança na identificação dos clientes, de acordo com a Febraban [Federação Brasileira dos Bancos]", disse o assessor do INI Paulo Ayran.
O comitê responsável pelo novo documento foi instalado na última quinta-feira (5). Esse comitê voltará a se reunir no dia 25 de agosto para começar as discussões sobre o cartão a ser adotado, com base em um modelo já desenvolvido pelo Instituto Nacional de Identificação.
A previsão é que, em nove anos, todos os documentos emitidos no País estejam nesse novo modelo.
A nova identificação foi prevista pela Lei 9.454/97, criada a partir de um projeto do senador Pedro Simon (PMDB-RS). Mas a proposta só pôde ser colocada em prática a partir do ano passado, depois que a lei foi alterada por emenda do deputado William Woo à Medida Provisória 462/09.
Além disso, a regulamentação da Lei 9.454/97 só ocorreu em maio deste ano, o que atrasou o cronograma do INI. Inicialmente, a previsão era emitir 2 milhões de documentos ainda em 2010.
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7 de ago. de 2010

O MITO DA IGUALDADE....

"A pior forma de desigualdade é tentar tornar iguais coisas desiguais" - Aristóteles

Todas as épocas têm uma lenda fundada, um mito subjacente que reflete o Zeitgeist desse tempo. Aqueles, que como nós, vivem no Ocidente contemporâneo vivem na sombra do Mito da Igualdade. As nossas instituições políticas e sociais funcionam a partir da premissa que todos os seres humanos são fundamentalmente iguais e que quaisquer reais desigualdades no mundo são, como tal, aberrantes, necessitando de uma emenda coerciva. Contratações, despedimentos, admissão em Academias, e até os nossos próprios padrões de linguagem, tudo é ditado pelos princípios igualitaristas. Diviniza-se os campeões da igualdade como santos da racionalidade e demoniza-se os seus oponentes como ignorantes provincianos ou arruaceiros provocadores. Quais são então as raízes e resultados do Mito da Igualdade?

Igualdade: Origens de um Mito

Apesar da maneira como o Mito da Igualdade tem sido "embalado e vendido", as suas origens são no mínimo surpreendentes. Não obstante, ser anunciado como um produto do racionalismo iluminista, e como a escolha "lógica" de todo o ser humano inteligente, o igualitarismo está enraizado não nas evidências científicas ou investigação racional, mas antes, na metafísica e teologia cristã. De fato, a realidade e ciência empíricas permanecem como pontos-chave embaraçosos para os pensadores igualitaristas, pois elas são reveladoras de que os seres humanos NÃO são iguais, antes pelo contrário, estes possuem amplas e distintas aptidões e capacidades. A dura realidade é que alguns seres humanos são largamente mais capazes que outros, e desse modo, num sentido prático, são superiores em relação aos menos dotados. Em resultado disso, os igualitaristas são forçados a recorrer ao argumento essencialmente metafísico de que os seres humanos têm a mesma essência e valor "moral" ou "espiritual" e, posto isso, merecem um tratamento igual. Esta pretensão está, com certeza, enraizada não numa observação racional, mas nas escrituras cristãs, derivando derradeiramente da noção de que todos os seres humanos são iguais perante Deus (cf. Gálatas 3:26-29, 10:34-35-17:26). Obviamente, isto assenta no disfarce racionalista, no qual os igualitaristas gostam de se encapotar (e explica o porquê da curiosa relutância dos mesmos em introduzir evidências empíricas nas suas posições, enquanto os nacionalistas e outros não-igualitaristas são capazes de defender as suas idéias com abundantes fatos estatísticos e empíricos). Conseqüências sociais do Mito da Igualdade

Existem, sem dúvida, perigos inerentes à aceitação não-avaliada de mitos, e o Mito da Igualdade não é exceção. As ramificações do igualitarismo são manifestas e múltiplas.

1. O Mito da Igualdade penaliza os talentosos e conduz à sociedade da mediocracia. Os seres humanos mais capazes e mais dotados, são sistematicamente discriminados no intuito de beneficiar os mais ordinários (o sistema de quotas ou a affirmative action nos EUA [e no Brasil] são exemplos desse processo). A excelência é olhada com suspeição e não é recompensada de todo. O resultado final é uma "igualdade" de mediocracia uniforme, uma situação que é ao mesmo tempo contra-produtiva (obviamente) e não-natural (a evolução favorece a diferenciação, hierarquia e o progresso das formas de vida mais elevadas).

2. O Mito da Igualdade conduz à degeneração dos valores e dos ideais. Honra, fidelidade e transcendência são virtudes aristocráticas (isto é, elas são virtudes de homens superiores), e, como tal, não têm lugar na sociedade dos "iguais". O resultado, não surpreendentemente, é a decadência social, lares e famílias destroçadas, crime, vícios, inveja, enfim, os frutos do igualitarismo. Mesmo a Arte é afetada pela mão maligna do igualitarismo, pois a sociedade igualitária direciona todas as suas energias na pacificação e divinização do "homem normal" (em termos matemáticos, o mais baixo denominador comum). O resultado é "arte" desprovida de sentido, destinada a chocar ou simplesmente a ornamentar. Tudo isto está travestido.

A verdade é que não existe tal coisa designada "igualdade". Os seres humanos são diferentes, não são iguais. Posto isso, os seres humanos merecem, não um tratamento igual, mas um tratamento adaptado ás suas capacidades e valor para a sociedade. O perigoso e irracional Mito da Igualdade tem de ser rejeitado, pois ele não é mais do que um cancro social que devora a própria estrutura da sociedade civilizada.
Jon Smith

Fonte: www.probranco.org

6 de ago. de 2010

WHY HIROSHIMA?.....



4 de ago. de 2010

Vendilhões do Templo......

Os “vendilhões do templo” converteram a igreja no início do primeiro século em lugar de negócios, sendo que o chamado “pátio dos gentios“ virou uma verdadeira feira, com os seus pregões acabando com o que protegia o povo.

FHC foi desde os anos 90 e até 2002 o “vendilhão dos bens do povo do Brasil”. Jaime Lerner seu cordeiro e Beto Richa seu novato seguidor. Todos do mesmo rebanho de “corvos com manto de cordeiros”, hoje disfarçados em ave colorida.

O eleitor do Paraná tem que agir nessas eleições ferozmente contra esses políticos, que pretendem privatizar o patrimônio do povo e as obrigações básicas do Estado. A visão neoliberal dos tucanos em desmontar o estado brasileiro, entregando nossas riquezas ao capital “vadio”, foi implementada por FHC.

Na esfera nacional, FHC continuou o que Itamar Franco iniciou, quando vendeu a Companhia Siderúrgica Nacional, uma das maiores do mundo (lucro líquido da CSN no primeiro semestre desse ano chegou próximo a R$ 3 bi). FHC vendeu a Telebrás e forçou a venda dos bancos estaduais. Vendeu a Embraer, que é hoje uma das maiores fábricas de aviões do mundo e, em 2009, registrou lucro líquido de R$ 894,6 milhões. FHC vendeu a Vale do Rio Doce, criada por Getulio Vargas, que foi privatizada em 1997. Hoje, a Vale é a segunda maior mineradora do mundo, é a maior empresa privada do Brasil, vale no mercado US$ 170.773 bilhões. Só em 2008, a Vale faturou U$ 38,5 bilhões. A Vale é hoje a 33ª maior empresa do mundo em volume de exportações, com quantidade superior à da Petrobras. As ferrovias brasileiras foram entregues a bandidos que ainda sugam o Estado e o BNDES.

Com a desculpa, que o Estado não tinha condições de atender a demanda na área de telefonia, privatizou todas as companhias e depois autorizou o BNDES a financiar gangsteres nacionais e estrangeiros. Financiamos esses gangsteres com dinheiro subsidiado e as ampliações dos negócios telefônicos redem lucros fabulosos para aqueles que não aplicaram nada de seus capitais.

No Paraná:

Primeiro levaram a Telepar.

As ferrovias foram entregues à ALL.

O Banestado, o Lerner vendeu com voto do Beto Richa deputado.

A metade da Sanepar foi entregue por Lerner ao consorcio Dominó.

A Copel quase foi embora. A pedido de Lerner, os deputados - na companhia de Beto Richa - autorizaram a venda. O autor deste texto, através de Ação Popular, foi um dos que ajudou a inibir a venda da Copel, quando conseguiu liminar na 7ª Vara da Justiça Federal.

As estradas foram privatizadas por Lerner e aplaudidas pela turma do Beto Richa escoradas no Legislativo.

O porto de Paranaguá quase foi totalmente privatizado através de um “protocolo de compromisso” assinado em dezembro de 2002 pelo Jaime Lerner, para FHC. Foi estancado com movimentos como o “Porto é Nosso”, nos anos 2003/04. Em 7 de julho de 2005 novamente uma outra tentativa nas mãos do deputado Ricardo Barros (PP), hoje candidato ao Senado com apoio do Beto Richa. Barros entrou com o projeto para retirar o porto de Paranaguá das mãos do nosso Estado. Sciarra (DEM) e Lupion (DEM) também assinaram o pedido da lei.

Mais uma vez escapamos de perder o que é nosso.

Ficamos na saudade de uma Telepar, empresa modelo no Brasil, que não tinha sequer uma reclamação no Procon. Hoje, as telefônicas são campeãs.

Choramos a perda do Banestado e nos sentimos agredidos em cada semestre, ano após ano, quanto o Itaú anuncia seus bilhões de lucros. Beto Richa foi um de nossos carrascos, com seu voto certeiro e que hoje ainda obriga a Copel a garantir, com mais de R$ 1 bilhão em ações a dívida com o Itaú no caso dos títulos podres.

Ferozmente, todo o povo do Paraná deve evitar que essa gente tome conta do poder. Eles são peritos em desmoronar e desmontar o patrimônio público. Depois é só saudades, porque o dinheiro das privatizações evapora como a água que ferve

até secar .

O território paranaense não é pátio de sacrifícios e nós não somos os gentios do primeiro século, que sofriam sérias lesões, atropelados em carreiras por carroças romanas, puxada por velozes cavalos, quando muitos chegaram, inclusive, à morte

FHC, Lerner e Beto Richa.


Ab uno disce omnes.


Conhecendo um, conhece a todos.

Texto de Guilhobel Aurélio Camargo

13 de jul. de 2010

A DITADURA DA ELITE...

Grande parte da população não sabe quem eleger, uma vez que pensam em termos de democracia, o que é meramente impossível numa economia baseada em moeda. Se determinadas pessoas ou grupos dão dinheiro para a campanha do candidato que querem eleger, isso não é democracia! O que fazem, na verdade, é favorecer pessoas em posição de vantagem. Então, o que vemos perpetuar num país dito "democrático" é a ditadura das elites, dos ricos.

"Podemos ter democracia neste país ou ter muita riqueza concentrada nas mãos de poucos, mas nunca os dois." dizia Louis Brandeis, da Suprema Corte de Justiça americana. Se observarmos atentamente, veremos personalidades aparentemente desconhecidas aparecerem "do nada" para ser candidatos a presidente num país democrático como Brasil ou Estados Unidos. Não importa qual o partido a que pertençam, pois, antes que você se aperceba, o canditado ou candidata que você deseja escolher dentre outros, foram, sem exceção, postos alí por uma classe dominante que financia todas as ideologias partidárias, mas que na verdade só existe uma lógica imutável: o domínio do poder. As pessoas que estão alí a concorrer foram escolhidas previamente e são consideradas como "aceitáveis" pelo poder financeiro estabelecido que toma as decisões. Ainda assim, muitos que entendem a ilusão da democracia pensam: "Que bom seria se pudéssemos ter nosso candidato honesto no poder, aí tudo ficaria bem." Mas essa visão de mundo parece só ter sentido quando somos guiados pelo stablishment, mas infelizmente ela é outra mentira, pois quando o assunto é realmente aquilo que importa, a instituição da política, assim como os políticos, não tem nenhuma relevância no que diz respeito às coisas que fazem nosso mundo e nossa sociedade funcionarem. A ilusão da democracia é um insulto à nossa inteligência. Em um sistema monetário nunca houve nem haverá verdadeira democracia. Pense bem nisso! – Os políticos não podem resolver problemas. Eles não têm capacidade técnica para isso e nem sabem fazê-lo. Mesmo se eles fossem probos, sinceros e honestos, mesmo assim não saberiam resolver os problemas. São técnicos que retiram o petróleo do fundo do mar, são técnicos que levam a eletricidade até sua casa, que lhes dão automóveis, aquecem e resfriam a sua casa. É a tecnologia que resolve os problemas e não a política. A verdade é que a maioria dos políticos não passam de marionetes à serviço de uma elite dominadora da indústria e do sistema financeiro.

São poucas as pessoas que param para pensar sobre o que realmente melhora suas vidas. Dinheiro? Certamente não. Não podemos comer o dinheiro nem abastecer nosso veículo para fazê-lo ligar. É a política? Bem, tudo o que os políticos podem fazer é criar leis, definir orçamentos e declarar guerras. Seria a religião? Não! A religião não cria nada além de apoio emocional intangível para quem o busca. O verdadeiro dom que temos como seres humanos, que foi unicamente responsável por tudo que melhorou nossas vidas, é a tecnologia. A tecnologia aplicada é simplesmente uma extensão de nossas capacidades, que reduz o esforço humano para lidar com uma tarefa ou problema específico. Imagine como seria nossa vida hoje sem o celular ou o computador? Toda a vida moderna de hoje está baseada na criação de engenharia para melhoras as condições da vida humana da Terra. Obviamente não é dinheiro, política ou religião. Essas são instituições falsas. Que tipo de pessoas nós elegemos e colocamos lá para administrar nosso país? São, por acaso, pessoas capacitadas tecnicamente nas leis, na medicina, na engenharia, na administração das finanças ou na psicologia humana? Decerto que não. São pessoas que estão preocupadas primeiramente com suas vantagens pessoais acima de qualquer interesse coletivo da nação, assim como você está diariamente preocupado em manter o seu emprego. Por isso vemos diariamente escândalos atrás de escândalos que são equivocadamente apurados por eles mesmos. Daí advém a impunidade, pois as leis feitas pelo homem são tentativas de lidar com problemas que existem. Sem saber como resolvê-los, cria-se uma lei.

Uma pergunta que interessa aos políticos é: "Quanto vai custar um projeto?" O lobby está por toda a parte, engordando o patrimônio de políticos que não estão nem um pouco preocupados com o bem-estar da população, a segurança ou a saúde pública. Tudo é um jogo de interesses. E qual é o mecanismo principal que orienta o sistema baseado em lucro, além de interesse próprio? É o mecanismo da escassez que aumenta os lucros; a lei da escassez é amplamente praticada pela indústria com a finalidade de manter os produtos valiosos. É a chamada "escassez manipulada". Isso quer dizer que sustentabilidade e abundância jamais irão acontecer num sistema baseado no lucro, pois simplesmente vão contra a natureza desta estrutura. Portanto, é impossível haver atualmente um mundo sem guerras ou pobreza. Reduzir a produção do petróleo mantém os preços elevados e gera cartéis, bem como manter a escassez do diamante. Eles “queimam” diamantes na mina para manter o preço alto. Se não houvesse guerras não existiria o mercado clandestino de armas, a indústria bélica estagnaria e as construtoras não lucrariam depois na reconstrução de cidades destruídas. A droga é escassa, por isso é cara. A droga gera dependência que gera violência. Uma droga, caso fosse liberada legalmente seu uso, perderia seu valor monetário. A violência clama por mais segurança pública, mais aparato policial e mais justiça. Mas a justiça é burocrática e cria gargalos intermináveis que acaba gerando impunidade. Tudo isso gera medo. E o medo é uma poderosa arma que as elites manobram a grande massa ignorante que é severamente condicionada somente para servir as instituições estabelecidas.

FONTE: O Pensador

28 de jun. de 2010

70 ACADÊMICOS DESAPARECEM NO IRÃ...



Irã continua a repressão dos dissidentes protestando contra irregularidades nas eleições presidenciais do país com a prisão de 70 acadêmicos que se reuniu na quarta-feira com challenger Mir Hossein Mousavi.

O site Kalemeh, que está ligada à campanha de Mousavi, informou que não se sabia onde os professores foram tomadas. Outros dissidentes, bem como pelo menos 10 jornalistas estrangeiros e cerca de 26 jornalistas iranianos, "desapareceram" de forma semelhante nos últimos dias.

Apesar do risco, os manifestantes se enfrentaram nesta quarta-feira com uma força especial do presidente Mahmoud Ahmadinejad milícia Basij, que tem brutalizado muitos dos manifestantes desde o 12 de junho as eleições.
VEJA AQUI

25 de jun. de 2010

O QUE VALE O TRABALHO DE UM PROFESSOR?.....

Judiciário quer reajuste de 56% e salário de quase R$ 9 mil para copeiro

Os tribunais superiores do país se propõem a pagar até R$ 8.479,71 a funcionários que têm apenas instrução fundamental e desempenham funções de apoio, como copeiros, contínuos ou operadores de copiadora. O salário inicial é de R$ 3.615,44.

Essa situação será criada pela aprovação de um projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional. A proposta dá um reajuste médio de 56% aos funcionários do Judiciário. Com ele, profissionais de nível técnico poderão ganhar até R$ 18.577,88 e os de nível superior, R$ 33.072,55 – acima do teto do serviço público, que é de R$ 26.723,13.

O principal argumento dos funcionários do Judiciário para obter o reajuste é que seus salários estão defasados em relação aos dos colegas do Executivo e do Legislativo. Contudo, se os reajustes foram concedidos, os funcionários do nível técnico e auxiliar ganharão mais do que o equivalente no Executivo, o que é inconstitucional.

O projeto de lei foi enviado ao Congresso em dezembro passado, com a assinatura de todos os presidentes de tribunais superiores. Em maio, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cezar Peluso, visitou o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP).

O custo estimado dos reajustes no Judiciário, que variam de 52,88% a 81,85%, é de pelo menos R$ 6,4 bilhões e beneficia 100 mil pessoas. Em comparação, o aumento de 7,72% das aposentadorias acima de um salário mínimo, sancionado semana passada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, beneficia 8,4 milhões de pessoas e custará R$ 8,3 bilhões no total.