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22 de ago. de 2010

LEI CONTRA SACOLA PLÁSTICA.....

México adota lei contra sacola plástica que prevê prisão

Calcula-se que 20 milhões de sacolas sejam usadas por dia na capital mexicana

Uma lei que entrou em vigor na Cidade do México prevê multas e prisão para comerciantes que distribuírem gratuitamente sacolas plásticas a consumidores.

A lei prevê detenção de até 36 horas e multas entre 57.460 pesos mexicanos (cerca de R$ 7,9 mil) e 1.149.200 pesos (R$ 159,4 mil) aos infratores.

A lei estabelece também que os comerciantes da capital mexicana só poderão vender sacolas plásticas que forem biodegradáveis.

Com a medida, o governo diz que espera reduzir o consumo diário estimado de 20 milhões de sacolas plásticas.

‘Caça às bolsas’

A Lei dos Resíduos Sólidos foi aprovada em agosto de 2009, prevendo o prazo de um ano para sua implementação.

A mudança vem sendo criticada por diversos setores, desde a Associação Nacional das Indústrias de Plástico até o Partido Verde.

Alguns estabelecimentos comerciais também anunciaram que não vão acatar a lei e continuarão fornecendo as sacolas gratuitamente.

Em uma coletiva, a conselheira jurídica do governo da capital mexicana, Letícia Bonifaz, disse que a nova lei não pretende lançar uma “caça às bolsas”, mas sim apenas reduzir seu uso.

Por sua vez, a líder do partido governista PAN na Assembleia Legislativa da capital, Maria Gómez del Campo, pediu aos moradores da Cidade do México que adotem uma cultura de reciclagem e disse que uma possível flexibilização da lei não é negociável.

Metano

O deputado Alberto Couttlolenc (PV) disse à repórter Inma Gil, da BBC Mundo, que o governo precisa definir quais são as tecnologias aceitáveis para a produção das bolsas e o que vem a ser exatamente uma “sacola biodegradável”.

O parlamentar também cobrou um melhor esclarecimento sobre como será a fiscalização e como o consumidor pode identificar a sacola correta.

“Como o comerciante que continuar dando as sacolas vai ser punido? Quem vai receber a multa com 36 hora de prisão, a mulher no caixa, o diretor da empresa?”, questionou, ressaltando o que diz ser lacunas na legislação.

O governo disse que mais detalhes relacionados a lei devem ser divulgados nas próximas semanas.

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11 de jan. de 2010

De la Servitude Moderne...

19 de dez. de 2009

A PUBLICIDADE E NOSSA PERCEPÇÃO...

A publicidade agrega valor ao produto, alterando a nossa percepção, ao invés do próprio produto. Rory Sutherland ousa afirmar que uma mudança no valor percebido pode ser tão satisfatória quanto o que nós consideramos valor "real" -- e sua conclusão tem consequências interessantes sobre a forma como olhamos a vida.



20 de out. de 2009

Combate a Falsificação do Real....

Embora não se saiba exatamente quantas cédulas falsas estão em circulação, o BC informou que, neste ano, foram apreendidas 251 mil notas sem valor. No ano passado, foram recolhidas 528 mil. As cédulas mais falsificadas são as de R$ 50, correspondendo a cerca de 60% das apreensões, em maior parte, realizadas na Região Sudeste. A recomendação para quem receber uma dessas notas é entregá-las em qualquer agência bancária.

Com a campanha, além de incentivar o cidadão a reconhecer os sinais de autenticidade, o governo quer “naturalizar” o procedimento. “Às vezes, o comerciante fica constrangido de olhar a nota na frente do cliente. Mas isso tem que ser uma coisa normal, uma questão de segurança. Todo mundo deve olhar a nota”, enfatizou o chefe do Departamento de Meio Circulante do BC, Anthero Meirelles, no Rio.

A exibição de peças publicitárias na televisão, no rádio, em filmes, em revistas e na internet, custará cerca de R$ 12 milhões. Haverá também peças reeditadas, incentivando a circulação de moedas, com foco principal no público masculino. De acordo com pesquisa do BC, os homens das classes A e B guardam cerca de 30% das moedas que recebem, percentual superior ao de homens de outras classes de renda.

De acordo com Meirelles, uma das explicações para os homens dispensarem o uso das moedas em relação às mulheres seria a resistência em usar um porta-níquel. “As mulheres, em geral, andam com bolsas, o que facilita. O homem chega em casa, tira as moedas do bolso, coloca num cofrinho. Temos que ter um processo educativo para incentivá-los a levarem as moedas consigo”, destacou.

O hábito do brasileiro de não usar ou guardar as moedinhas provoca escassez das peças em circulação, dificultando várias operações do comércio e gerando mais custos ao governo, que acaba tendo que produzir mais unidades. No país, atualmente, existem cerca de 15 bilhões de moedas, sendo cerca de 80 para cada pessoa. No entanto, a metade, cerca de 7,5 bilhões delas estão fora de circulação.

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18 de ago. de 2009

Aprovado álcool gel no comércio de alimentos...

A proposta será votada em segundo turno na quarta-feira (19) e depois segue para sanção do prefeito. Caso sancionada por Beto Richa, os estabelecimentos que comercializam e manipulam produtos alimentícios e congêneres deverão instalar o dispositivo, além de avisos com orientações sobre a importância da higienização das mãos para prevenção de doenças.
“Lavar as mãos é a forma isolada mais eficiente de prevenir a transmissão de doenças”, justificou João do Suco, na tribuna da Casa. A lavagem das mãos tem como principal objetivo a remoção da maior quantidade de microorganismos e outros resíduos, diminuindo o risco de infecções.
Em aparte, o vereador Roberto Hinça (PDT) cumprimentou a iniciativa e considerou que após o vírus H1N1, a cultura da higiene dos brasileiros foi mudada. Informou, ainda, que, a partir desta nova cultura de prevenção, já é possível observar a queda dos números de casos da gripe comum, em comparação aos anos anteriores. Os vereadores Julieta Reis (DEM), Mara Lima (PSDB), Noemia Rocha (PMDB), Serginho do Posto (PSDB) e Francisco Garcez (PDSB) destacaram a continuidade dos bons hábitos de higiene, principalmente por meio de projetos de lei. Já o líder do prefeito, vereador Mario Celso Cunha (PSB), lembrou projetos de iniciativa da Casa voltados à prevenção da saúde da população, como a atenção que está sendo dedicada ao Aterro da Caximba e à gripe A. Sugeriu que a população seja a principal fiscalizadora dos estabelecimentos que não cumpram a determinação sobre o álcool gel, caso o projeto se torne lei, denunciando à Vigilância Sanitária.
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