26 de jan. de 2012
Blogs contra a Dengue.....
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quinta-feira, janeiro 26, 2012
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8 de dez. de 2010
FRUTAS ROXAS....
Uma ou duas porções já ajudam na correta absorção de ferro pelo organismo
(Jupiterimages)
Cientistas britânicos desvendaram o poder das frutas roxas. Uma ou duas porções por dia de amoras pretas (blackberry), ameixas, uvas e mirtilos (blueberry) podem ajudar no combate a doenças graves, como problemas cardíacos, Alzheimer, Parkinson e até câncer. A conclusão faz parte de um estudo feito na Universidade de Machester.
Segundo os pesquisadores, a substância polifenol, presente nestas frutas, é que ajuda na absorção correta de ferro pelo organismo. "Nós normalmente pensamos no ferro como algo que é bom para nós. E, na forma correta, ele é. Mas, na forma errada, não, porque ele passa a reagir com substâncias que estão livres no corpo, para gerar outras substâncias nada agradáveis para o organismo", explica Douglas Kell, coordenador da pesquisa.
De acordo com ele, se o ferro entra no organismo sem interagir com o polifenol antes, ele pode se tornar um veneno para as células. E uma grande quantidade de ferro solto no organismo impede a vitamina C, por exemplo, de combater algumas doenças importantes. Outros alimentos, como chá verde, chocolate e curcumina, contêm a mesma substância e também podem ajudar. O estudo foi publicado na revista Archives of Toxicology.
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quarta-feira, dezembro 08, 2010
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30 de nov. de 2010
REVERTER O ENVELHECIMENTO....
Retardar ou até mesmo reverter o envelhecimento pode não estar tão longe do alcance humano. Pesquisadores do Instituto de Câncer Dana-Farber e da Universidade de Harvard, em Massachusetts, conseguiram rejuvenescer com sucesso ratos de laboratório, reportou a última edição da revista Nature. A descoberta abre a possibilidade de desacelerar também o envelhecimento humano e tratar pessoas com envelhecimento precoce. Mas há quem se oponha ao tratamento, como alguns pesquisadores americanos que alegam que o método pode alimentar o crescimento de tumores.
O feito foi possível graças ao controle de uma enzima chamada telomerase. Os ratos usados na experiência eram incapazes de produzir a enzima e, por isso, envelheciam mais rapidamente. Mas bastou reativar a produção de telomerase para que os roedores voltassem à juventude. “Isso nos faz pensar sobre a telomerase como um sério agente antienvelhecimento”, diz Ronald DePinho, geneticista líder do estudo.
Para entender o experimento, é preciso compreender também o processo de envelhecimento. Cada célula do corpo humano tem uma “capa protetora” de seus cromossomos, os telômeros. Cada vez que essas células se dividem para se multiplicar, esses telômeros vão encurtando. Até que um dia, eles ficam tão curtos que tudo que resta às células é morrer. O que os pesquisadores fizeram nessa pesquisa – e esperam fazer com as células humanas – foi fortalecer os telômeros, para que o período de multiplicação das células aumentasse.
Os ratos criados pela equipe de DePinho foram projetados geneticamente para ter uma telomerase inativa, mas que poderia ser religada na presença de uma substância chamada 4-OHT. Eles envelheceram muito rápido, desenvolvendo doenças típicas de idades avançadas, como a osteoporose, e tinham uma fertilidade quase nula. Depois de chegarem à idade adulta, foram alimentados com 4-OHT por um mês.
"O que realmente nos pegou de surpresa foi a dramática reversão dos efeitos que vimos nesses animais", disse DePinho à revista Scientific American. Os testículos dos ratos cresceram novamente e os animais recuperaram a fertilidade. Outros órgãos, como o baço, fígado e intestino, recuperaram-se de seu estado degenerado. Até o cérebro dos animais teve uma melhora de performance. "Isso nos dá a sensação de que há um ponto de retorno não só para o envelhecimento, mas para desordens associadas à idade", disse DePinho.
Alguns cientistas, porém, defendem que aumentar a quantidade de telomerase no corpo humano é uma manobra perigosa. Para eles, a enzima poderia provocar a proliferação de tumores, uma vez que sofre mutações facilmente no corpo humano. "O rejuvenescimento do telômero é potencialmente muito perigoso, a menos que você se certifique de que ele não estimula o câncer", diz David Harrison, que pesquisa o envelhecimento no Laboratório Jackson, em Bar Harbor. O especialista afirma ainda que o estudo comandado por DePinho "não estuda o envelhecimento normal, mas o envelhecimento em ratos feitos grosseiramente anormais".
DePinho e seus colegas reconheceram que existem muitos outros fatores que influenciam o envelhecimento além da telomerase, mas defendem que esse pode ser um de muitos tratamentos combinados para retardar o envelhecimento. Para eles, a telomerase poderia ainda inibir o crescimento de tumores, uma vez que estimularia a replicação de células saudáveis.
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terça-feira, novembro 30, 2010
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20 de nov. de 2010
SÓDIO NOS ALIMENTOS....
A quantidade de sódio encontrado na batata palha pode variar em até 14 vezes de marca para marca. Já nos salgadinhos de milho, essa diferença chega a 12,5. É o que revela estudo apresentado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta quinta-feira (18), em Brasília. O estudo verificou a quantidade de sódio, gordura saturada, gordura trans e açúcares em mais de 20 categorias de alimentos industrializados.
O macarrão instantâneo com tempero também chamou atenção pela grande quantidade de sódio encontrada. "Em algumas amostras ficou constatado que, ao comer uma única porção desse alimento, a pessoa está ingerindo 167% do sódio recomendado para ser consumido durante todo dia", explica a diretora da Anvisa Maria Cecília Brito. Quando analisados isoladamente, o macarrão instantâneo e os seus temperos, além da grande quantidade de sódio, apresentam uma grande oscilação desses teores de marca para marca. A variação chega a 7,5 vezes na quantidade de sódio nos macarrões instantâneos e a 7,2 nos temperos.
De acordo com Maria Cecília, essa diferença encontrada nas diferentes marcas de alimentos comprova que é possível a indústria produzir alimentos mais saudáveis. “Vamos encaminhar essa pesquisa para o Ministério da Saúde, para que seja pactuado entre governo federal e as indústrias de alimentos uma redução das quantidades de gorduras, açúcar e sal nos alimentos processados”, afirma a diretora da Anvisa.
A pesquisa da Anvisa também mostrou que os níveis de sódio dos refrigerantes de baixa caloria, tanto a base de cola quanto a base de guaraná, apresentam maiores valores de sódio em relação aos refrigerantes comuns. Nos refrigerantes de cola, por exemplo, a média dos teores sódio encontrada foi de 54mg/l, enquanto nos refrigerantes de cola de baixa caloria essa média foi de 97mg/l.
Já nos refrigerantes de guaraná, os valores médios de sódio encontrados no produto convencional e no de baixa caloria foram 81 mg/l e 147 mg/l, respectivamente. "Esses valores mais altos podem ser explicados pelo uso de aditivos, como o ciclamato de sódio, nos produtos de baixa caloria. Entretanto, é preciso considerar que existem limites estabelecidos e que a quantidade utilizada dessas substâncias não representa um risco para a saúde", afirma Maria Cecília.
No caso dos sucos, bebidas com concentração de polpa da fruta entre 30 e 50%, a pesquisa indicou menor quantidade de açúcar nas amostras de suco de manga (9,8g/100ml) e maior no suco de uva (14,5 g/100 ml). Já para os néctares, bebidas com concentração de poupa de fruta entre 20 e 30%, os menores índices de açúcares totais foram encontrados nos sabores de laranja, maçã e pêssego com uma média em torno de 11g/100ml. Já os néctares de uva são os campeões em teores de açúcares totais com índices que chegam à 14g/100ml.
Para gorduras saturadas, chama atenção a grande quantidade de marcas com teores superiores à média encontrada na respectiva categoria. No caso das batatas fritas, 17 das 28 marcas analisadas estavam com teores de gordura saturada acima da média. Nas batatas palhas, 55% das marcas analisadas estavam com teores de gorduras saturadas com valores superiores à média desse nutriente para o respectivo produto. Já nos salgadinhos de milho, o maior valor encontrado de gordura saturada (2,6g/25g) foi dez vezes maior que o valor mínimo (0,25g/25g). Nos biscoitos, o que apresentou os maiores teores de gorduras, tanto saturadas quanto trans, foram os de polvilho. "Com essas informações em mãos, que apontam tanto uma variação de nutrientes dentro de uma mesma categoria de alimentos, quanto entre categorias diferentes, fica mais clara a necessidade de o consumidor observar com atenção as tabelas nutricionais nos rótulos dos alimentos e optar por alimentos mais saudáveis", diz a diretora da Anvisa.
O estudo da Anvisa também analisou o teor de ferro nas farinhas de trigo e de milho. O objetivo foi verificar se a fortificação obrigatória dessas farinhas com ferro e ácido fólico estava sendo cumprida. De acordo com a Resolução RDC 344/2002 da Agência, a cada 100g de farinhas de trigo e de milho, deve haver no mínimo 4,2 mg de ferro.
Os resultados apontaram que 87% das amostras de farinha, fubá e floco de milho apresentaram teor de ferro inferior ao determinado. Já na farinha de trigo, 54% das amostras apresentaram resultados insatisfatórios.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2001, 60% do total das 56,5 milhões de mortes notificadas no mundo foi resultado de doenças crônicas não transmissíveis. O aumento da pressão arterial no mundo é o principal fator de risco de morte e o segundo de incapacidades por doenças cardíacas, acidente cérebro vascular e insuficiência renal.
No Brasil, dados do IBGE indicam que, em 2009, uma em cada três crianças na faixa de 5 a 9 anos estava com sobrepeso, sendo que a obesidade atingiu 16,6% dos meninos e 11,8% das meninas. Durante o período de 1974 a 2009, a prevalência de sobrepeso em crianças e adolescentes, entre 10 e 19 anos, passou de 3,7% para 21,7% no sexo masculino e de 7,6% para 19,4% no sexo feminino. Nesse mesmo período, o sobrepeso na população adulta masculina passou de 18,5% para 50,1%, enquanto que na feminina foi de 28,7% para
48%.
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sábado, novembro 20, 2010
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22 de set. de 2010
Um saco de água pode espantar moscas?...
Um saco de água pode espantar moscas?
Talvez você já tenha ido a um restaurante e visto sacos contendo água límpida pendurados nas portas ou em áreas externas. Para que será que eles servem? Controlar a temperatura? Economizar dinheiro com a compra de garrafas para água?
Embora qualquer efeito quanto à temperatura seja apenas acidental, os sacos de água têm por objetivo afastar insetos. As pessoas penduram esses sacos do lado de fora de suas casas, empresas e até celeiros para espantar moscas.
©iStockphoto.com Será que os sacos de água realmente nos protegem contra as moscas? |
Há diversas variações do saco de água. Alguns dos defensores do método insistem em que os sacos precisam conter raspas de papel-alumínio, ou uma moeda de um centavo. Um par de sites na Web oferece até variações comerciais da ideia, com sacos de água especialmente produzidos para uso como repelente.
As moscas passam muito tempo zumbindo em torno de paraísos de germes como cestos de lixo, carcaças e fezes animais. Depois, carregadas de germes, elas voam em torno do sanduíche que alguém vai comer - é natural querer mantê-las longe. Afinal, elas não são apenas irritantes: são portadoras de doenças.
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quarta-feira, setembro 22, 2010
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14 de set. de 2010
Açúcar pode causar efeito semelhante ao da cocaína no cérebro...
O açúcar pode causar efeito no cérebro semelhante ao da cocaína, segundo estudos recentes realizados nos Estados Unidos. Atualmente, há evidências convincentes de que os alimentos ricos em gordura, açúcar e sal --como a maioria de junk food-- podem alterar a química do cérebro, da mesma forma como drogas altamente viciantes, como cocaína e heroína.
A ideia, considerada marginal há apenas cinco anos, está rapidamente se tornando uma visão comum entre pesquisadores em razão de novos estudos. Apesar disso, os mecanismos biológicos que levam ao vício em junk food ainda não foram revelados.
Alguns cientistas dizem que há dados suficientes para justificar a regulação governamental do setor de fast food e as advertências de saúde pública sobre os produtos que têm níveis perigosos de açúcar e gordura. Um advogado de campanha afirmou que pode até haver provas suficientes para organizar uma luta legal contra a indústria do fast food por vender alimentos sabidamente prejudiciais à saúde, ecoando as ações judiciais contra a indústria do tabaco nos anos 1980 e 1990.
"Temos que educar as pessoas sobre como seus cérebros são hipnotizados por gordura, açúcar e sal", disse David Kessler, ex-comissário da FDA (agência reguladora americana de alimentos e medicamentos) e agora diretor do Centro para Ciência no Interesse Público, com sede em Washington DC. Mas será que os doces podem ser tão prejudiciais quanto vício em drogas?
Antes de haver qualquer evidência científica sobre isso, foi a indústria de perda de peso que introduziu a ideia ao público. Por exemplo, no livro "Lick the Sugar Habit", publicado em 1988, a autora Nancy Appleton, autodeclarada viciada em açúcar, ofereceu uma lista de verificação para determinar se os leitores também eram viciados em açúcar. Desde então, o conceito tornou-se banal.
Em 2001, fascinado pelo fenômeno cultural emergente, os neurocientistas Nicole Avena, agora na Universidade da Flórida, em Gainesville, e Bartley Hoebel, da Universidade de Princeton, começaram a explorar a ideia de se ter uma base biológica. Eles começaram a procurar sinais de vício em animais que eram alimentados com junk food.
VÍCIO EM AÇÚCAR
O açúcar é um ingrediente chave na maioria de junk food, por isso eles ofereceram um xarope da substância a ratos, de concentração similar ao do açúcar presente em um refrigerante comum, por cerca de 12 horas por dia. Ao mesmo tempo, outros ratos eram alimentados com água e comida normal.
Depois de apenas um mês nessa dieta, os ratos desenvolveram mudanças de comportamento no cérebro, identificadas por Avena e Hoebel como idênticas às dos animais viciados em morfina. Eles ainda mostraram um comportamento ansioso quando a calda foi removida.
Os pesquisadores notaram que os cérebros dos ratos liberavam o neurotransmissor dopamina cada vez que tomavam a solução de açúcar, mesmo depois de terem bebido por semanas.
A dopamina conduz a busca do prazer --seja comida, drogas ou sexo. É um produto químico do cérebro vital para a aprendizagem, memória e tomada de decisão. "Eu esperava que ela fosse liberada quando eles comessem um alimento novo", afirma Avena, "não com o que eles já estavam habituados. Essa é uma das marcas da dependência de drogas.
A evidência encontrada foi a primeira concreta de uma base biológica para a dependência do açúcar que inspirou uma série de estudos com animais.
Os resultados estão entre as novidades mais interessantes em pesquisas de obesidade dos últimos 20 anos, de acordo com Mark Gold, autoridade internacional em estudos sobre alcoolismo e chefe do departamento de psiquiatria da Univercidade de Medicina da Flórida.
Desde o estudo de Avena e Hoebel, dezenas de outras pesquisas em animais confirmaram os resultados. Mas foram os recentes estudos em humanos os responsáveis pelas evidências em favor da rotulagem de junk food como um vício.
CÉREBRO VICIADOS
O vício é comumente descrito como um entorpecente dos circuitos de recompensa desencadeado pelo uso excessivo de alguma droga. Isto é exatamente o que acontece no cérebro de indivíduos obesos, segundo Gene-Jack Wang, presidente do departamento médico do US Department of Energy's Brookhaven National Laboratory, em Upton, Nova York. Em outro estudo publicado em 2001 no periódico "The Lancet", ele descobriu uma deficiência de dopamina no estriado do cérebro de indivíduos obesos que era praticamente idêntico ao dos dependentes de drogas.
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terça-feira, setembro 14, 2010
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10 de set. de 2010
Seu aperto de mão é forte?.....
Quanto mais forte for o cumprimento, menor os riscos de uma morte prematura
(Jupiterimages/Thinkstock)
A força com que você aperta a mão de outra pessoa ao cumprimentá-la pode ter relação direta com sua longevidade, apontam cientistas da University College, de Londres. O estudo, que analisou pessoas com cerca de 60 anos, chegou a uma lógica bem simples: quanto maior a força, mais anos de vida. As taxas de morte se mostraram 67% mais altas nas pessoas com aperto de mão fraco.
Há, ainda, outro padrão de análise que vai ao encontro da descoberta. Médicos descobriram que idosos que caminham lentamente são três vezes mais propensos a morrer do que os mais rápidos. E as pesquisas não param por aí: segundo os especialistas, os idosos que conseguem se balançar em apenas uma das pernas também podem viver mais.
Entretanto, a desenvoltura muscular dos pacientes vai além da qualidade de vida em casa e da longevidade. Uma pesquisa anterior, realizada pela Universidade de Southampton, mostrou que ela influencia no tratamento médico. “A força do aperto de mão está relacionada também ao tempo em que o paciente fica internado”, afirma Avan Aihie Sayer, autora do estudo. Para a geriatra, a pesquisa é uma descoberta importante na medicina preventiva e pode ser usada futuramente em jovens e adultos.
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sexta-feira, setembro 10, 2010
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4 de set. de 2010
RIM ARTIFICIAL....
Equipe cria primeiro rim artificial que poderá ser implantado em humanos
Pela primeira vez, uma equipe de cientistas conseguiu desenvolver um rim artificial que poderá ser implantado em seres humanos. Ele será capaz de substituir as seções de diálise e as longas filas de espera por um transplante.
A equipe da Universidade da Califórnia anunciou nesta semana que conseguiu desenvolver um protótipo funcional do rim, mas ainda em grande escala – o dispositivo é quase do tamanho de uma sala. Eles pretendem usar os processos usados na fabricação de chips de silício para reduzir o órgão artificial para o tamanho de um órgão natural.
É a primeira tecnologia deste tipo que poderá ser reduzida e implantada em doentes. Os cientistas usaram as mais modernas técnicas da nanotecnologia e da geração de tecidos para desenvolver o sistema.
O dispositivo usa milhares de filtros minúsculos para retirar as impurezas do sangue. Enquanto isso, um cartucho feito de células renais artificiais deverá copiar outras tarefas dos rins, como seu papel metabólico. O sistema usará a força da pressão sanguínea do próprio paciente para fazer o filtro funcionar e bombear o sangue.
FONTE:Revista Galileu
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sábado, setembro 04, 2010
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28 de ago. de 2010
Implantes de córneas sintéticas...
Nova técnica pode eliminar filas de espera por doações de córneas humanas
Feitos com colágeno sintético, os implantes podem, no futuro, eliminar as filas de espera por doações de córneas humanas.
Eles permitem uma recuperação mais rápida do paciente e não provocam rejeição - problema comum em implantes convencionais.
Os pesquisadores da universidade sueca Linkoping, responsáveis pelo trabalho, enfatizam que este foi um estudo pequeno, com apenas dez participantes, mas dizem estar otimistas quanto ao possível sucesso do tratamento após testes em grande escala.
A pesquisa foi publicada na revista científica Science Translational Medicine.
Recuperação do olho após cirurgia foi mais rápida do que em enxertos de córnea humana.
A córnea é uma camada de tecido transparente que cobre a pupila, a íris e a frente do olho. Ela é composta de colágeno.
Danos a essa membrana são a segunda maior causa de cegueira no mundo, afetando quase dez milhões de pessoas.
Os implantes são feitos com leveduras e sequências de DNA humano. Uma vez implantados, eles promovem a regeneração dos nervos e células no olho do paciente.
Estudo
Tecido danificado foi retirado das córneas de dez pacientes e substituído por implantes. O grupo foi monitorado durante dois anos após as cirurgias.
Dos dez, seis foram capazes de ver quatro vezes mais longe do que antes da operação.
Todos tiveram melhorias em sua visão, mas alguns precisaram do auxílio adicional de lentes de contato.
Uma das autoras do estudo, a professora May Griffith, da universidade de Linkoping, disse à BBC que a equipe ficou surpresa com os resultados.
"Nosso objetivo era apenas testar a segurança dessas córneas em humanos, então a melhoria na visão foi um verdadeiro bônus".
Ela explicou que o sucesso dos implantes está em sua habilidade de permitir que os tecidos do olho se regenerem.
"Os próprios nervos e células do paciente crescem de novo dentro dessa estrutura pré-fabricada, recriando uma córnea que se assemelha ao tecido saudável normal do olho", disse Griffith. "Então (a córnea sintética) está essencialmente estimulando a regeneração".
A melhoria na visão dos pacientes foi igual à esperada caso tivessem recebido doações de córneas humanas, mas, em alguns aspectos, a recuperação do olho foi melhor em comparação com os implantes convencionais.
"A recuperação dos nervos foi mais rápida em todos os pacientes do que teria sido se tivessem recebido enxertos humanos".
O grupo não apresentou rejeição e não precisou tomar drogas imunossupressoras - como acontece em pacientes que recebem córneas humanas.
A córnea retira oxigênio das lágrimas. Os implantes sintéticos foram capazes de produzir lágrimas normais e tornaram-se sensíveis ao toque.
Córneas protéticas, feitas de plástico, já foram usadas em pacientes que tiveram complicações após receber enxertos de córneas humanas.
Elas são difíceis de implantar e podem causar infecções, glaucoma e descolamento da retina.
FONTE: BBCBrasil
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sábado, agosto 28, 2010
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15 de abr. de 2010
27 de mar. de 2010
QUANTO VALE A VIDA DE UMA CRIANÇA?....
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sábado, março 27, 2010
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26 de mar. de 2010
24 de mar. de 2010
PORQUE OS FRANCESES NÃO TOMAM A VACINA H1N1...
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23 de mar. de 2010
Vacina Influenza A/H1N1?
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terça-feira, março 23, 2010
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12 de mar. de 2010
10 de mar. de 2010
PSIQUIATRIA: UMA INDÚSTRIA DA MORTE.....
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8 de mar. de 2010
A RESPEITO DAS VACINAS....
Comecei a me interessar mais pelo assunto um pouco antes do nascimento do meu último filho. Tínhamos decidido não vaciná-lo.
Intelectualmente é muito fácil ser a favor de uma coisa. Mas, quando temos de tomar uma decisão que envolve um ser, tudo muda. Naquela ocasião, eu me voltei para aqueles que tinham bons motivos para pensar de modo diferente da versão oficial. É preciso ter muita força para lutar contra uma idéia defendida por várias gerações e a questão das vacinas tem esta particularidade: é uma idéia praticamente incontestada.
Em outros campos, que não o da medicina, existe uma certa flexibilidade mental e essa capacidade de questionamento é a principal qualidade de qualquer pesquisador digno deste nome. Mas, quando se fala de vacinas, esse questionamento não parece admissível.
O assunto é delicado. As questões de que vou tratar são cuidadosamente evitadas por aqueles que são responsáveis pela comunicação em matéria de saúde. Não acredito na versão simplista apresentada pelos adeptos das vacinas. A polêmica a respeito das vacinas é uma questão importantíssima, que não pode ser resolvida pela discussão. Existem interesses econômicos em jogo que deturpam a informação. A crença oficial tem hoje o mesmo poder que tinha antigamente a crença religiosa. A palavra de ordem oficial: erradicar.
Um contemporâneo de Pasteur, o médico Antoine Béchamp (Pasteur não era médico, mas químico) era pesquisador na Faculdade de Medicina de Montpellier, onde ensinou por muitos anos. Não tinha o hábito de se envolver em intrigas políticas e seu nome foi esquecido, bem como seus estudos, apesar de conterem diversas respostas a perguntas que incomodam ainda hoje os adeptos de Pasteur. Existe em Paris um instituto Antoine Béchamp e aqueles, que buscam informações objetivas sobre suas pesquisas, podem obtê-las facilmente. Mas essas descobertas não interessaram àqueles para quem a erradicação era uma fonte de renda, apoiados pelos governos, que viam nela uma nova maneira de conquistar os votos do povo.
Erguer um povo contra um inimigo é, como todos sabem, o modo mais eficaz de uni-lo e manipulá-lo.
Naquela época, nunca foi demonstrado que a célebre experiência de Pouilly-le-fort era um engodo. Os senhores cientistas não se preocuparam com esses detalhes. Pior do que isso: os que tentaram reproduzir as experiências de Pasteur quebraram a cara: a teoria das vacinas só funcionava com ele.
Soube-se, mais tarde, que ele adicionava um produto para obter o resultado desejado. O bicromato de potássio (habilmente dosado, senão era morte certa) foi o primeiro da lista. Ora, o que faz um produto químico em uma preparação que se supõe provir de uma cultura atenuada de germes vivos? Os efeitos secundários são totalmente ignorados.
Atualmente parece que toda dose de vacina contém um sal de alumínio. O dicionário dos médicos, o Vidal, atesta isso: está escrito em letras tão miúdas que é quase preciso usar uma lupa para descobrir essa verdade lamentável. Os médicos desconhecem o verdadeiro papel desse sal, pois só sabem o que lhes foi ensinado. A maior parte deles aplica as vacinas porque esta é a lei. Eles se escondem atrás da lei para dissimular sua ignorância.
E o juramento de Hipócrates? Um velho sonho de um idealista emoldurado sobre suas cabeças, nada mais do que isso. Se você lhes perguntar diretamente, vai ficar sabendo: “Doutor, para que serve o hidróxido de alumínio contido em cada dose de vacina que vocês injetam por ordem da lei em cada recém-nascido que é levado às consultas obrigatórias, sem as quais não teríamos direito ao auxílio da Previdência Social?”
No tempo que antecede a resposta, pergunte a si mesmo, se você vacina seu filho por causa da doença que ele pode contrair e procure se informar sobre as técnicas existentes para evitar ou eliminar essa doença. É certamente o papel de um médico abrir os olhos de seus pacientes sobre as diferentes maneiras de se resolver uma questão de saúde.
Não, eles não têm mais tempo para isso, não sabem agir de outra maneira, só sabem vacinar: “uma picadinha não dói, só leva um segundo, e acabou!”
“Os laboratórios nos abastecem, as leis nos obrigam, a Ordem nos controla ... O juramento de Hipócrates, foi certamente emoldurado e assinado, mas, se começarmos a duvidar das instituições, onde vamos parar?”
O alumínio é, como muitos metais, um perigo para o organismo
Estudos sobre seus efeitos na alimentação demonstram isso claramente e foram estabelecidos limites de toxidez. O alumínio se instala no sistema nervoso fazendo-se passar por ferro no sangue. A hemoglobina do sangue é composta de um núcleo de ferro e o alumínio toma seu lugar.
O sistema nervoso torna-se, assim, vítima de um processo parasitário e os danos são proporcionais à quantidade regularmente absorvida pelo tubo digestivo.
Mesmo assim, em nome de uma lei que impõe a vacinação, o comum dos mortais se vê obrigado a inocular seus recém-nascidos com doses muito mais elevadas de alumínio. Basta fazer um cálculo simples, adicionando quantidades de alumínio contidas nas doses obrigatórias das vacinas, desde o nascimento até a idade adulta, e, comparando à soma obtida com o valor da toxidez alimentar máxima desse mesmo alumínio. Cada inoculação representa mais de 20 vezes a dose tóxica!
É estranho, que nem a caderneta de vacinações, nem o médico, mencionem o alumínio, nem seus riscos. E, no entanto, a intoxicação não é uma crendice, mas um fenômeno permanente e irreversível.
Todos os anos surgem novas doenças genéticas, desarranjos totais do sistema nervoso, dos ossos, dos rins. Fala-se muito da necessidade de novas pesquisas para inventar novos medicamentos, novas vacinas; é preciso dar dinheiro e tudo gira em torno da erradicação.
Existem médicos que estão conscientes do perigo das vacinas. Eles não vacinam seus filhos e fazem atestados falsos para não terem problemas. Fazem a mesma coisa para alguns clientes em que confiam.
Um médico responsável por um centro de saúde acaba de consultar um colega para obter um certificado de contra-indicação para seus filhos. Esse homem, consciente do perigo das vacinações, procura poupar seus próprios filhos, ao passo que submete todas as famílias da localidade à aplicação da lei. Ele prefere se calar e vive o inferno de uma contradição permanente.
Um jornalista, um dia, me chamou para participar de um caso que pode talvez interessar nossa associação: uma criança de cinco meses morreu uma hora e meia depois de ter sido vacinada pelo médico de família.
A criança entrou em coma alguns minutos após a aplicação do reforço. Seu médico mandou interná-la com urgência e, apesar de todos os cuidados, ela morreu. Declaração do médico chamado para atestar o óbito: morte súbita.
Outra história lamentável: um adolescente de treze anos recebeu a vacinação contra a hepatite B, altamente recomendada naquela época em todas as escolas. Ele morreu dois meses depois, de leucemia.
Soube-se, depois de alguns meses, que a famosa vacina contra a hepatite B, tão aconselhada nas escolas francesas, e até obrigatória em alguns estabelecimentos, foi decidida por um ministro da saúde pressionado pelos laboratórios Mérieux, que havia fabricado dois milhões de doses para um país africano, que tinha recebido da OMS a recomendação de vacinar em massa sua população. O país em questão havia feito o pedido ao laboratório francês sem saber, que teria de pagar pelas vacinas. Diante da conta, cancelou o pedido e a Mérieux se viu com um excesso de produto, o que punha em risco sua saúde financeira. O ministro determinou a vacinação para salvar a Mérieux.
Concluindo...
Quando a central nuclear de Chernobyl explodiu, a mídia divulgou a mentira política que fazia crer que a nuvem radioativa havia poupado nosso país, a França.
Dez ou quinze anos depois, a mesma mídia disse: “mentiram para nós”. Divulgam programas de televisão, mostrando claramente que a catástrofe do reator nuclear não foi provocada por uma falha humana, mas por um abalo sísmico que fraturou a camada de concreto debaixo do reator, rompendo os condutos de resfriamento, o que provocou a explosão que todos conhecem, em cerca de trinta segundos.
Todas as testemunhas que sobrevivem à catástrofe haviam falado de um tremor de terra antes da explosão — e alguns geólogos haviam até conseguido registrá-lo. Mas era preciso apelar para uma falha humana para mascarar a realidade de demasiada estupidez: todas as usinas nucleares são construídas (por causa do resfriamento) sobre áreas sismicamente frágeis (os cursos de água correm ao longo das placas tectônicas. Em Chernobyl, há um encontro de três placas...).
Por mais que se mostrem, com provas em mãos, todas as mentiras, não se fará nada além de distrair as massas, prontas a escutar todos os escândalos no sábado à noite, mas, de forma alguma, prontas a se unirem na segunda-feira de manhã para mudar o que quer que seja.
É assim que vejo as coisas.
E, no entanto, penso que tudo pode mudar, que a Internet é, talvez, a alavanca que nos ajudará a mudar o curso das coisas. A Internet é uma magia indescritível, todo mundo se expressa, se cruza, se procura e, finalmente, a Terra continua a girar em torno do sol à incrível velocidade de 105.000 km por hora.
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21 de fev. de 2010
CAVIAR DE BERINGELA....
3 unidade(s) de berinjela em tiras
250 gr de azeitona verde
6 colher(es) (sopa) de molho inglês
6 colher(es) (sopa) de suco de limão
6 colher(es) (sopa) de vinagre branco
6 colher(es) (sopa) de azeite de oliva
1 colher(es) (sopa) de sal
3 unidade(s) de cebola em tiras
3 colher(es) (sopa) de orégano
3 dente(s) de alho picado
Modo de preparar:
Rendimento: 30 porções
Lentiada daqui
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domingo, fevereiro 21, 2010
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20 de fev. de 2010
ASPARTAME: DOCE VENENO....
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sábado, fevereiro 20, 2010
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Marcadores: SAÚDE
14 de fev. de 2010
COMO FAZER SEXO EM IDADE AVANÇADA...
1.Use seus óculos, para certificar-se de que sua companhia esteja realmente na cama.
2. Ajuste o despertador para tocar em três minutos, só para o caso de você adormecer durante a performance.
4. Deixe seu celular programado para o número da “Emergência Médica”
5. Escreva em sua mão o nome da pessoa que está na cama, para o caso de não se lembrar.
6. Fixe bem sua dentadura para que ela não caia debaixo da cama.
7. Tenha Tylenol à mão, para o caso de você cumprir a performance!
8. Faça todo o barulho que quiser. Os vizinhos também são surdos.
10. Nunca, jamais, pense em repetir a dose.
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domingo, fevereiro 14, 2010
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