Lentiada do Rerum Natura...
14 de out. de 2009
Poderemos parar o envelhecimento? ....
Lentiada do Rerum Natura...
Postado por
O LENTE
às
quarta-feira, outubro 14, 2009
0
comentários
Marcadores: BIOLOGIA
RAIO X....
veja aqui
Postado por
O LENTE
às
quarta-feira, outubro 14, 2009
0
comentários
Marcadores: TECNOLOGIA
12 de out. de 2009
AGORA, Um filme sobre Hypatia
Director: Alejandro Amenabar
Screenwriter: Mateo Gil, Alejandro Amenabar.
Starring: Rachel Weisz, Max Minghella, Oscar Isaac, Ashraf Barhom, Michael Lonsdale, Rupert Evans, Homayoun Ershadi.
Postado por
O LENTE
às
segunda-feira, outubro 12, 2009
0
comentários
Marcadores: ASTRONOMIA, FILMES
9 de out. de 2009
O Valor de Educar....

Vale a pena ler
Título: O valor de educar
Autor: Fernando Savater
Edições: Presença (1997); Dom Quixote (2006)
Além de se dedicar à escrita académica, é autor de inúmeros artigos publicados em jornais e revistas várias e de livros de divulgação. Entre os assuntos a que tem dedicado mais atenção encontra-se a educação.
Uma das obras mais consistentes que produziu nesta área tem por título O valor de educar, foi publicada entre nós há mais de uma década e republicada há dois anos. Com a clareza e objectividade necessárias ao entendimento de um público alargado, Savater investe numa reflexão corajosa sobre temas fundamentais que, na actualidade, opõem os teóricos e dividem as opiniões das pessoas comuns.
Dessa obra, seleccionei uma passagem que, apesar de não traduzir um problema educativo novo, traduz um problema educativo em aberto: o problema da verdade e do seu valor, que é, afinal, a base de todo o ensino e de toda a aprendizagem.
"Não há educação se não há verdade a transmitir, se tudo é mais ou menos verdade, se cada um tem a sua verdade, igualmente respeitável, e se não se pode decidir racionalmente entre tanta diversidade. Nada pode ser ensinado se nem sequer o professor acredita na verdade que ensina e no quanto é importante saber verdadeiramente. O pensamento moderno, com Nietzsche à cabeça, sublinhou com razão a parte de construção social que há nas verdades que assumimos e a sua vinculação à perspectiva ditada pelos diversos interesses sociais em conflito.
A metodologia científica e, inclusive, a simples prudência indicam que as verdades não são absolutas ainda que assim nos pareçam. São frágeis, passíveis de serem revistas, sujeitas a controvérsia e por fim perecíveis, mas nem por isso deixam de ser verdades, isto é, mais sólidas, mais justificadas e mais úteis que outras crenças que se lhes opõem. São também mais dignas de serem estudas, ainda que o mestre que as explica não deva ocultar a possível dúvida crítica que as acompanha (qualquer mestre recorda as verdades que aprendeu e que não o serão mais para os seus alunos).
A verdade esvoaça por entre as dúvidas como a pomba de Kant voa no ar que lhe oferece resistência mas que, ao mesmo tempo, a sustenta. Falando de voar, Richard Dawkins dá o exemplo da aviação como prova intuitiva de que nem todas as verdades são aceites como simples convenções culturais do momento; se não concedêssemos aos seus princípios mais veracidade que a que costumamos atribuir aos discursos dos políticos ou às prédicas dos curas, nenhum de nós subiria jamais a um avião. A busca racional da verdade, melhor dizendo, das verdades sempre fragmentárias (…), tropeça na prática pedagógica com dois grandes obstáculos inter-relacionados, a sacralização das opiniões e a capacidade de abstracção.
Em vez de serem consideradas propostas imprecisas, limitadas pela insuficiência de conhecimentos ou pela aceleração, as opiniões convertem-se em expressão irrebatível da personalidade do sujeito («esta é a minha opinião», «essa é a sua opinião») como se o relevante delas fosse a quem pertencem, e não o que as fundamenta. A velha e deselegante frase que os tipos duros de algumas películas americana, costumam dizer — «as opiniões são como os cus, cada um tem o seu» — ganha força, porque nem sobre as opiniões nem sobre os traseiros, pelos vistos, é possível existir qualquer discussão e ninguém pode desprender‑se de umas ou do outro, ainda que o queira.
A isso, junta‑se uma obrigação beatífica de «respeitar as opiniões alheias», que, se na verdade se pusesse em prática, paralisaria todo e qualquer desenvolvimento intelectual ou social da humanidade.
Para não falar do «direito a ter a sua própria opinião» que não é o direito de pensar por si mesmo e submeter a uma confrontação racional o pensado, mas sim o de manter a própria crença, sem que ninguém interfira com incómodas objecções.
Este subjectivismo irracional convence mais rapidamente as crianças e os adolescentes, que se habituam a supor que todas as opiniões — isto é, não só a do mestre que sabe do que está a falar como também a deles que parte da ignorância — valem o mesmo e que não dar o braço a torcer é sinal de personalidade autónoma e que tentar convencer o outro do seu erro, com argumentos e informação adequada, é exemplo de tirania.
A tendência para converter as opiniões em parte simbólica do nosso organismo e para considerar tudo quanto as desmente como uma agressão física («feriu as minhas convicções») não constitui uma dificuldade apenas para a educação humanista como também para a convivência democrática. Viver numa sociedade plural impõe assumir que o que é verdadeiramente importante são as pessoas, não as suas opiniões, e que estas devem ser escutadas e discutidas e que não nos devemos limitar a vê‑las passar, sem as tocar, como se fossem vacas sagradas. O que o mestre deve fomentar nos seus alunos é a disposição para conseguirem estabelecer a não irrevogabilidade do que escolheram para pensar (a «voz da sua espontaneidade», a sua «autoexpressão», etc.) e sim, a capacidade de participar frutuosamente numa controvérsia razoável, ainda que isso «fira» os dogmas pessoais ou familiares de alguns dos seus alunos. É aqui que reside a alarmante falta de hábito de abstracção dos neófitos, cuja ausência também os professores de matérias essencialmente teóricas lamentam com amargura, mais tarde, nos estudantes universitários. Consiste numa dificuldade quase incurável para deduzir a partir de premissas, para conseguirem desligar‑se do imediato ou do anedótico, para não procurar, por detrás de cada argumento, a má vontade ou o interesse mesquinho do argumentador mas sim verem a debilidade do argumentado (…).
Aprender a discutir, a refutar e a justificar o que se pensa é o que constitui a parte irrenunciável de qualquer educação que aspire ao título de «humanista». Para isso, não é suficiente saber expressar‑se com clareza e precisão (ainda que seja primordial, tanto na escrita como oralmente) e submeter-se às mesmas exigências de inteligibilidade que se pedem aos outros, mas deve também ser desenvolvida a faculdade de escutar o que se propõe na construção discursiva. Não se trata de patentear uma comunidade de autistas, zelosamente enclausurados nas suas «respeitáveis» opiniões próprias, mas sim de propiciar a disposição para participar lealmente em colóquios razoáveis e em procurar, em comum, uma verdade que não tenha senhor e que procure não fazer escravos. É indubitável que tal disposição deve encontrar o seu primeiro exemplo na atitude do próprio mestre, seguro do que sabe, mas disposto a debatê‑lo e, inclusive, a modificá‑lo no decurso de cada aula com a ajuda dos seus alunos.
Deve ser uma das principais tarefas fomentar o espírito crítico sem fazer concessões ao simples afã de levar a melhor (tão característico e estimulantemente lúdico na idade adolescente). Também é saudável que o professor não se antecipe aos adolescentes no zelo subversivo, ensinando-os a refutar coisas que ainda não mostrou sob o seu aspecto positivo, por exemplo (…) expor as doutrinas filosóficas a partir dos seus erros.
Há professores tão inconformistas que não se conformam com ser apenas professores e querem também ocupar o papel de jovens rebeldes, em vez de deixar aos seus alunos essa iniciativa (…). Deve ser potenciado naqueles que aprendem a capacidade de perguntar e perguntar-se: essa inquietação, sem a qual nunca se consegue saber verdadeiramente alguma coisa, mesmo que se consiga repetir tudo."
Lentiada do Rerum Natura....
Postado por
O LENTE
às
sexta-feira, outubro 09, 2009
0
comentários
Marcadores: EDUCAÇÃO
Rankings das Universidades...
Classificação das melhores Universidades do Mundo está aqui
A Universidade Federal do Rio de Janeiro ficou em 383º lugar
com 36,3 pontos. O Brasil precisa melhorar muito...
Postado por
O LENTE
às
sexta-feira, outubro 09, 2009
0
comentários
Marcadores: EDUCAÇÃO
8 de out. de 2009
A Responsabilidade do Professor
Postado por
O LENTE
às
quinta-feira, outubro 08, 2009
0
comentários
Marcadores: EDUCAÇÃO
7 de out. de 2009
Ciência para um mundo com fome...
Postado por
O LENTE
às
quarta-feira, outubro 07, 2009
0
comentários
Marcadores: ALIMENTOS, MEIO AMBIENTE
AS VEIAS DA AMÉRICA LATINA....
Veja aqui...
Postado por
O LENTE
às
quarta-feira, outubro 07, 2009
0
comentários
O Legado de Galileu e Darwin...
Este 2009 celebramos la mirada al cielo de Galileo Galilei, hace exactamente 400 años, con un pequeño telescopio que lograba magnificar las imágenes cerca de veinte veces y mediante el cual pudo ver los cráteres de la luna, las fases de Venus y las manchas solares, así como cuatro de los satélites de Júpiter (hoy conocidos como satélites galileanos). Estas observaciones marcaron el inicio de una era en que el hombre lograba acercarse y mirar por primera vez con detenimiento el Universo que lo rodea. Las observaciones de Galileo apoyaron la teoría heliocéntrica de Copérnico, planteada un siglo antes, y desbarataron de un plumazo las ideas de la cosmología teológica de la época, colocando al hombre en un lugar alejado del centro del cosmos y mostrando las “imperfecciones” de los objetos estelares, todo ello contrario a las Escrituras. La publicación de estas observaciones en su libro Sidereus Nuncius (El mensajero estelar), de 1610, dio inicio a una encarnizada lucha entre Galileo y la Iglesia católica. Sus libros fueron prohibidos por la Inquisición y fue acusado de herejía. Debió pasar los últimos años de su vida bajo arresto domiciliario.
Galileo fue, tal vez, el primer científico moderno, es decir, el primero en combinar la observación con el análisis matemático, y uno de los primeros exponentes de la ciencia como la concebimos hoy, basada en la racionalidad y la lógica deductiva: “La filosofía está escrita en este gran libro, el universo [...] está escrito en el lenguaje de las matemáticas y sus caracteres son triángulos, círculos y otras figuras geométricas.” Su legado se ha visto reivindicado por los grandes descubrimientos de la ciencia moderna.
Casi exactamente 250 años después, el 22 de noviembre de 1859, se publicó en Londres El origen de las especies, de Charles Darwin, posiblemente la obra científica más importante de la era moderna, que remite al Homo sapiens a un modesto lugar junto a las demás especies que pueblan la tierra y hace patente, además, el mecanismo que da lugar a la evolución de las mismas. Su teoría, extendida y amplificada por los modernos avances de la biología molecular y la genética, ha sido comprobada de manera irrefutable en multitud de ejemplos. Este gran descubrimiento representó un nuevo y definitivo golpe a la visión antropocéntrica y dogmático-teológica del universo. Aunque Darwin no fue perseguido como Galileo, sus teorías siguen siendo cuestionadas por fundamentalistas de muy diversos credos y su profundo mensaje no ha sido comprendido por gran parte de la humanidad.
Es innegable que la racionalidad científica y humanística convive en pleno siglo XXI con todo tipo de supersticiones basadas en la ignorancia o en dogmas irracionales, los “demonios” de nuestro mundo. La diversidad de estas es sorprendente, desde variedades relativamente benignas hasta visiones unilaterales, de carácter discriminatorio y con frecuencia criminal, sobre grupos sociales distintos al nuestro. Dentro de las primeras están la astrología y las diversas formas mágicas de “predecir el futuro”, así como creencias tales como que los extraterrestres nos vigilan o que los pozos petroleros de Cantarell, vistos desde un avión, son naves interplanetarias en ordenada formación. Estas descabelladas visiones de la realidad se han convertido en jugosos negocios que aprovechan los programas televisivos sensacionalistas y algunos vivales y charlatanes que explotan nuestra tendencia a la credulidad así como la falta de una cultura científica que genere un indispensable escepticismo. Otra doctrina persistente es la teoría de la conspiración. Por ejemplo, aquellas que sostienen que la llegada a la Luna hace exactamente cuarenta años fue una puesta en escena o que fueron los propios norteamericanos los que derribaron las Torres Gemelas en 2001. O, para dar un ejemplo muy reciente, la que afirma que el virus de la influenza A/H1N1 es una creación humana diseñada como arma biológica. Esto es un disparate, pues los virus no requieren de pasaporte y nadie es inmune al contagio. Los argumentos de los adictos a las conspiraciones suelen ser tan absurdos e intrincados que resulta difícil comprender su enorme atractivo para gran parte de la humanidad. Mucho más graves son los mitos de superioridad “racial” y la discriminación por razones religiosas o étnicas, excusa de guerras y holocaustos.
En realidad, los avances científicos en las ciencias de la vida, en particular el desciframiento del genoma, apuntan al origen común y reciente del género humano. Las diferencias entre “razas” son superficiales, ya que nuestra especie surgió en África hace sólo cien mil años. Las migraciones subsecuentes pueden estudiarse con gran precisión mediante métodos genómicos. La ciencia apunta entonces a que todos somos parientes cercanos. De hecho, la visión científica nos muestra con nitidez la compleja e íntima relación que guarda nuestra existencia con la de otras especies de animales y plantas y el delicado balance que se requiere para la sustentabilidad de nuestro medio ambiente.
La forma de interpretar la realidad de Galileo, de Darwin y de otros grandes pensadores y científicos de nuestra historia libra cada día una dura batalla contra la ignorancia y el pensamiento dogmático e irracional. Como afirmaba Carl Sagan, la visión científica es una débil luz en la oscuridad reinante. Es necesario intensificar nuestros esfuerzos para mantenerla encendida.
Lentiada daqui
Postado por
O LENTE
às
quarta-feira, outubro 07, 2009
0
comentários
Marcadores: EDUCAÇÃO
CONSTITUIÇÃO PARA QUE?
| A Constituição da República Federativa do Brasil é para ser obedecida?! |
CAPÍTULO VII Da administração Pública Seção I Disposições Gerais Art. 37 – XI
Hoje, eles recebem R$. 25.725,00 Em fevereiro de 2010, o salário saltará para R$. 26.723,13 E os salários duplex e ou triplex dos nossos governantes !!! O Presidente do Senado, senador José Sarney (PMDB) somando, aposentadoria de presidente, aposentadoria de governador e salário de senador recebe R$. 52.000,00 e, por cima (!), só paga IR sobre o salário de senador. O Presidente da Câmara Federal, deputado Michel Temer ( PMDB) somando o que recebe de salário de deputado (R$ 16.000,00) de aposentadoria de ex procurador publico do Estado de São Paulo ( R$.20.000,00) chega a R$. 36.000,00.Também IR só sobre os R$16 mil (!). Já o valor máximo dos benefícios que pode ser pago pelo INSS é de R$ 2.894,28, para os meros mortais brasileiros (com pelo menos 35 anos de contribuição) , e ainda temos que ressaltar que nenhum “brasileiro comum” conseguiu sequer chegar a receber próximo há 80% desse valor. No nosso Paraná quantos funcionários seriam, e quem seriam eles, os aposentados da Copel que estão na diretoria com salários maiores que o permitido pela Constituição? No Tribunal de Contas quem seriam eles ? Na Sanepar ou em outras estatais, quem seriam também os fora do Art. 37 –XI da Constituição? Assessores ou secretários do governador Roberto Requião, ou funcionários do Poder Legislativo ou do Judiciário, quantos seriam eles, os que passam por cima dos limites constitucionais? Quando os governantes, não dão exemplo obedecendo às leis e a Constituição Federal o que se pode esperar dos demais cidadãos que se espelham em seus lideres políticos e governantes. VEJA AQUI... |
Postado por
O LENTE
às
quarta-feira, outubro 07, 2009
0
comentários
Marcadores: POLÍTICA
6 de out. de 2009
Brasil credor do FMI....
Em abril deste ano, o FMI convidou o Brasil a fazer parte dos países credores da organização multilateral e o governo brasileiro aceitou a proposta. Na ocasião, Mantega antecipou que durante reunião do G20, em Londres, naquele mês, ficou combinado que os países “mais fortes, os que têm recursos disponíveis” dariam aportes de forma que o fundo obtivesse mais US$ 500 bilhões para poder ajudar os países em dificuldade.
Dois meses depois do convite, o ministro anunciou que o Brasil disponibilizaria US$ 10 bilhões ao fundo. A operação da aquisição de bônus do FMI é lastreada em Direito Especial de Saque (DES), uma espécie de moeda do fundo, com juros pagos trimestralmente, baseados na taxa estabelecida pela instituição. Essa taxa de juro é a média ponderada das taxas de juros de curto prazo dos Estados Unidos, da Zona do Euro, do Japão e Reino Unido, e atualmente está em 0,25%.
O comunicado do ministério informa que as notas serão emitidas de acordo com as necessidades de recursos do fundo e “terão prazos de repagamento iguais aos que vigoram nos empréstimos do FMI (três anos e um trimestre de carência e cinco anos de prazo total)”.
O ministro da Fazenda está em Istambul, na Turquia, onde participa da reunião do FMI e do Banco Mundial (Bird), em meio às discussões sobre a maior participação dos países emergentes nas decisões dos dois organismos multilaterais. Além de Mantega, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, participa do encontro como representante do Brasil.
A nota oficializando o empréstimo do Brasil ao fundo divulgada em Brasília ressalta que em meio à maior crise econômica desde a Grande Depressão dos anos 1930, além de não precisar de apoio financeiro do FMI, o Brasil está em condições de emprestar um montante expressivo de recursos à instituição.
O documento registra ainda que o ACN é parte da decisão de ampliar a capacidade de empréstimo do FMI, conforme acordado pelos líderes do G20. Com esse objetivo, diversos países (Japão, Canadá, Noruega, França, Reino Unido, Alemanha, Suíça, Espanha e Países Baixos) já concluíram acordos bilaterais de empréstimo, aprovados pela Diretoria do fundo. No caso do Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), a opção foi pela modalidade de compra de notas. O acordo com o Brasil terá duração de dois anos.
Lentiada daqui
Postado por
O LENTE
às
terça-feira, outubro 06, 2009
0
comentários
5 de out. de 2009
PLANETA TERRA....
Postado por
O LENTE
às
segunda-feira, outubro 05, 2009
0
comentários
Marcadores: MEIO AMBIENTE
4 de out. de 2009
A MÚSICA DOS GENES...
Este investigador desenvolveu, utilizando métodos Bayesianos uma ferramenta de análise estatística de bases de dados bioquímicos e criou uma aplicação bioinformática que gera sons e gráficos coloridos, quais arranjos orquestrais acompanhados por fogo de artifício, a partir da informação do tráfego de proteínas que interagem entre si em milhares de vias metabólicas intracelulares . Estas vias, quais leitos por onde flui a informação codificada nos genes até à foz de uma qualquer função fisiológica, formam uma astronomica rede de interações interdependentes entre proteínas e metabolitos, permitindo à célula um controle fino dos processos vitais.
Postado por
O LENTE
às
domingo, outubro 04, 2009
0
comentários
Marcadores: MÚSICA, TECNOLOGIA
3 de out. de 2009
PROJETOS PARA 2016...
Postado por
O LENTE
às
sábado, outubro 03, 2009
0
comentários
Marcadores: ESPORTES
2 de out. de 2009
VIVA SUA PAIXÃO RIO 2016...
Postado por
O LENTE
às
sexta-feira, outubro 02, 2009
1 comentários
Marcadores: MÚSICA
UM SONHO DE GUERRA...
Postado por
O LENTE
às
sexta-feira, outubro 02, 2009
0
comentários
Marcadores: POESIA...
SONHOS....

Lentiada CG Society
Postado por
O LENTE
às
sexta-feira, outubro 02, 2009
0
comentários
Marcadores: POESIA...
CUIDADO COM ESSA FÉ....
Postado por
O LENTE
às
sexta-feira, outubro 02, 2009
0
comentários
Marcadores: RELIGIÃO
1 de out. de 2009
Santa Paciência...
Postado por
O LENTE
às
quinta-feira, outubro 01, 2009
0
comentários
Marcadores: PIADA...


