17 de mai. de 2011

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14 de mai. de 2011

Demissões dos Professores PSS...













ALÉM DO BIG BANG

“Além do Big Bang“, pretende apresentar as várias vertentes explicantes do início e desenvolver da formação do Universo, os seus prós e os contras, e fá-lo de uma excelente maneira.

Recomendamos o visionamento deste documentário a todos os leitores e também à reflexão sobre as várias teorias propostas pela Ciência, no sentido de ser possível a formulação de opinião própria.


Além do Big Bang from aorigem on Vimeo.


13 de mai. de 2011

FILME: A Sombra e a Escuridão...

12 de mai. de 2011

Entrando na era das paredes de vidro...

Quem se deu ao trabalho de observar as manchetes de notícias sobre internet publicadas nos últimos dez dias deve ter verificado que a maioria delas não era sobre novas tecnologias, mas sim sobre a algo ligado ao quotidiano de mais de um bilhão de usuários da web.

O tema do fim de privacidade individual ganhou uma enorme visibilidade e relevância, mostrando que a agenda envolvendo internet e computação está se deslocando cada vez mais para as questões sociais, politicas e econômicas ligadas à nova realidade digital. É mais uma etapa na transição para uma sociedade em que novas formas de organizar a produção provocam mudanças de comportamentos e valores.

O ataque ou defesa da privacidade estiveram no centro de acusações do criador do site Wikileaks contra a rede social Facebook, do governo da Coréia do Sul contra o mecanismos de buscas Google, de usuários contra as locadoras de vídeo nos Estados Unidos, dos compradores de produtos Sony contra a empresa e esta contra suspeitos de invadir a PlayStation Network, bem como a campanha contra a criação de uma superagência estatal vigilância da web na China.

A guerra em torno das informações pessoais existentes na web começa acentralizar os conflitos de interesse na rede, num processo cujo desfecho ainda é impossível vislumbrar.

O polêmico Julian Assange, criador do site Wikileaks, acusou a rede social Facebook de disponibilizar dados dos seus mais de meio bilhão de usuários para os serviços de inteligência dos Estados Unidos. Assange chegou a classificar a maior rede social da internet como “a mais completa máquina de espionagem já inventada pelo homem”.

Esta acusação foi parcialmente endossada por grupos de ativistas britânicos que acusaram a Facebook de eliminar dezenas de perfis de pessoas e grupos durante o feriado que começou com o casamento do príncipe William e se prolongou pelo 1 de maio. Os ativistas alegam que a medida foi ideologicamente orientada, enquanto a rede Facebook afirma que ela é uma medida burocrática para corrigir falhas no registro de perfis.

Os conflitos envolvendo a Facebook são cada dia mais frequentes porque a rede passa a ter uma influência crescente nas polêmicas online por conta dos seus mais de meio bilhão de usuários.

É óbvio que com tanta gente conectada, a diversidade de problemas está diretamente relacionada aos interesses de cada criador de um perfil na rede social. Em fevereiro do ano passado, a Facebook fechou trinta perfis operados por presos ingleses que usavam a rede para intimidar desafetos.

A questão da privacidade no Facebook já é antiga porque em pelo menos três oportunidades anteriores o site tentou alterar as regras de proteção aos dados pessoais para alavancar a venda de publicidade, mas precisou voltar atrás por pressão dos usuários.

O caso da Sony virou um imbróglio internacional depois que a empresa acusou um programador de invadir o banco de dados da rede de usuários do jogo onlinePlayStation. A empresa japonesa foi processada por usuários cujos dados pessoais teriam sido capturados pelos invasores e acabou entrando na mira do governo norte-americano sob a suspeita de proteção deficiente às informações fornecidas por jogadores.

No Coréia do Sul, a polícia local invadiu os escritórios da Google no país para verificar denúncias de que o site de buscas havia recolhido informações pessoais de 600 mil usuários da internet móvel via celular sem consultá-los. As informações estariam sendo utilizadas pelo sistema de publicidade AdMob, criado pela empresa Google, para vender anúncios em telefones celulares.

Nos Estados Unidos, dois membros do Congresso norte-americano anunciaram a apresentação de um projeto de lei regulando a captura de dados fornecidos por adolescentes depois que uma pesquisa mostrou que os jovens são os principais responsáveis pelo vazamento de informações sobre seus pais e parentes próximos. Os adolescentes dificilmente adotam medidas de proteção da privacidade e são muito vulneráveis à propaganda online.

Situação similar está sendo investigada no caso das empresas norte-americanas delocação de computadores, depois que foi descoberto o caso de uma delas que inseriu nos equipamentos um sistema de identificação dos sites visitados pelo locatário. As empresas alegam que fazem isso para defender-se de vírus, mas o argumento da violação da privacidade pesa mais no veredicto dos juízes.

O certo é que com tantos casos pipocando a todo instante, a questão tende a ocupar cada vez mais espaços na mídia, intensificando um debate que ainda vai durar muito. Afinal, estamos ingressando numa era onde a ideia das paredes de vidro deixou de ser uma mera imagem literária.

Autor:Carlos Castilho em 10/5/2011

9 de mai. de 2011

CIDADÃO BOILESEN.....


7 de mai. de 2011

Padre Corajoso......

O Ministério Público Federal de São Paulo ajuizou ação pedindo a retirada dos símbolos religiosos das repartições públicas.

Pois bem, veja o que diz o frade Demetrius dos Santos Silva.

Sou padre católico e concordo plenamente com o Ministério Público de São Paulo, por querer retirar os símbolos religiosos das repartições públicas…
Nosso Estado é laico e não deve favorecer esta ou aquela religião. A Cruz deve ser retirada!
Aliás, nunca gostei de ver a Cruz em Tribunais, onde os pobres têm menos direitos que os ricos e onde sentenças são barganhadas, vendidas e compradas.
Não quero mais ver a Cruz nas Câmaras legislativas, onde a corrupção é a moeda mais forte.
Não quero ver, também, a Cruz em delegacias, cadeias e quartéis, onde
os pequenos são constrangidos e torturados.
Não quero ver, muito menos, a Cruz em prontos-socorros e hospitais, onde pessoas pobres morrem sem atendimento.
É preciso retirar a Cruz das repartições públicas, porque Cristo não abençoa a sórdida política brasileira, causa das desgraças, das misérias e sofrimentos dos pequenos, dos pobres e dos menos favorecidos.
Frade Demetrius dos Santos Silva
São Paulo/SP

3 de mai. de 2011

A História Química de uma vela....

1 de mai. de 2011

O que temos a aprender com as plantas?...


29 de abr. de 2011

TROMBAS E FORMOSO: Memórias de uma luta...

Trombas e Formoso:Memórias de uma luta from Trombas e Formoso on Vimeo.

A Indústria do Antissemitismo....

25 de abr. de 2011

A CORPORAÇÃO...

22 de abr. de 2011

A verdade sobre o descobrimento....

O DESCOBRIMENTO DO BRASIL.....

16 de abr. de 2011

Como mudar o rumo de nossa vida!...

O Ensino do Século XXI na USP: O Curso de Ciências Semi-Presencial!..

13 de abr. de 2011

Química das coisas banais: o papel....


Para onde quer que vamos o papel acompanha-nos: livros, jornais, revistas, cadernos, agendas, formulários, cartas, folhetos, bilhetes, notas, guardanapos, papel higiénico. Há um sem número de objectos de papel sem os quais dificilmente vivemos.

A história do papel é antiga e razoavelmente conhecida. Os egípcios produziam e utilizavam o papiro. Os antigos chineses já conheciam processos de produção de papel e dominavam processos de impressão baseados na xilogravura e, mais tarde, na tipografia. Mil anos depois da sua invenção na China, o papel começou a ser produzido na Europa do século XII. A tipografia e a revolução associada a Gutenberg surgem, mais tarde, no século XV, datando deste século a primeira fábrica de papel portuguesa, O Moinho de papel em Leiria, e os primeiros livros impressos em Portugal. Durante a idade Média dominou o pergaminho que era produzido a partir de peles de animais e era muitas vezes reutilizado, originando os palimpsestos dos quais, com processos físicos e químicos, é por vezes possível recuperar obras mais antigas. Actualmente, reciclar o papel faz perder os vestígios dos documentos anteriores, mas, o que já não é pouco, contribui para minimizar o corte de árvores e poupar energia. E, no entanto, o papel mantém, até ao limite em que começa a deixar de poder ser reciclado, a memória das árvores que o originaram: se rasgarmos um pedaço de papel podemos ver as minúsculas fibras que se projectam para os lados na zona de separação.

A madeira de que é feito a maior parte do papel é composta principalmente por celulose, lignina e hemi-celulose. Nos processos mais simples de produção de papel os troncos de madeira são triturados e separados em fibras. Em seguida, usando água são retirados uma boa parte da lignina e dos compostos não poliméricos, ficando uma mistura aquosa denominada polpa. Para a produção dos papéis de melhor qualidade são usados métodos químicos, nos quais a madeira é submetida a altas temperaturas e pressões para solubilizar a lignina. Podem ser empregues dois processos de produção da pasta de papel: num usa-se o ião sulfito e no outro o ião sulfureto. No primeiro caso o papel é quase só constituído por celulose, mas o papel obtido não é muito resistente, além de que todo o processo é bastante poluente. No outro, utiliza-se hidróxido de sódio e hidrogenossulfureto de sódio (obtido a partir de sulfato de sódio) para a separação da polpa, obtendo-se um papel muito mais resistente. Este último processo pode, no entanto, provocar a libertação de cheiros desagradáveis devidos à formação de compostos de enxofre denominados mercaptans. Durante a digestão da madeira vão sendo libertados vapores de forma a que a pressão se mantenha controlada. O aparecimento de cheiros é por isso praticamente inevitável embora seja feito um controlo rigoroso do processo e os gases libertados sejam recolhidos, condensados e neutralizados. Também existe actualmente um rigoroso controlo dos efluentes para evitar a poluição dos cursos de água.

Os processos químicos e físicos de conservação e restauro de obras em papel são uma necessidade fundamental para a preservação da memória, porque a celulose se oxida facilmente devido ao oxigénio do ar, sofre hidrólise em meio ácido, é digerida por bactérias e, para terror dos bibliotecários, é consumida em doses razoáveis por bichinhos da prata. A química é, também por isso, importante no desenvolvimento de aditivos que tornem o papel mais resistente à degradação. E, claro, há toda uma química fantástica nos cheiros dos livros novos e antigos e nas tintas de impressão.

A minimização da utilização do papel e a promoção da sua reutilização e reciclagem são importantes, mas é necessária também uma atitude racional. Se os plastificados e papéis com revestimentos especiais são difíceis de reciclar e por isso devem ser evitados, há produtos de papel que não são necessariamente piores que outros. Por exemplo, o papel colorido, em particular o papel higiénico de cores fortes, não tem, em geral, mais custos ambientais do que os outros tipos de papel porque a quantidade de pigmentos utilizada é insignificante, podendo até ter menor impacto ambiental se for baseado em papel reciclado não branqueado.
Lentiado do Rerum Natura

9 de abr. de 2011

MOON RISING....

2 de abr. de 2011

Recado para Jair Bolsonaro…

1 de abr. de 2011

A HISTÓRIA DOS JESUÍTAS...

La Historia de los Jesuitas from Maximiliano Utis on Vimeo.