16 de jul. de 2011
C'est quoi la chimie verte ? ...
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9 de jul. de 2011
VISÕES DO FUTURO: A REVOLUÇÃO QUÂNTICA...
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6 de jul. de 2011
Embolada das dádivas da natureza....
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1 de jul. de 2011
TEMPESTADE MAGNÉTICA....
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30 de jun. de 2011
PLANETA HUMANO: OCEANOS...
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ELEMENTO BÁRIO...
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25 de jun. de 2011
O escândalo do aviso prévio....
Deixei de trabalhar para os outros em 1989. Há quase um quarto de século, dei-me conta de que não fora feito para o jogo de puxadas de tapete e bajulação a que trabalhar em uma empresa obriga o funcionário. Cansei-me de ver gente incompetente e sem ética superar quem, ingenuamente, acreditava na competência como meio de galgar posições. Como sempre, portanto, o que faço neste texto é defender a coletividade sem interesses pessoais no assunto que será abordado, ou seja, a recente manifestação do STF de que o aviso prévio aos trabalhadores não é de 30 dias, segundo a Constituição; 30 dias é um piso a partir do qual deve ser calculado o custo para uma empresa demitir alguém. Desde a criação do FGTS – em 1966, durante a ditadura –, que o trabalhador passou a correr o risco de ser demitido após, por exemplo, 30 anos de trabalho como se tivesse começado ontem. Hoje, pouco importando o tempo em que você trabalha em uma empresa, pode ser demitido como aquele que está nela há pouco mais de 90 dias, o prazo de experiência em que o trabalhador quase não tem direitos. Deixei de trabalhar como empregado e me tornei trabalhador autônomo, depois empresário e agora autônomo de novo (de 7 anos para cá) justamente por conta do poder que o empresário brasileiro recebe do Estado para pôr no olho da rua até alguém que deu a sua vida àquele que o empregou, muitas vezes durante décadas a fio. E também me desiludi com o trabalho assalariado por conta dos empregados “modernos” que, contra o próprio interesse e o dos colegas, defendiam posições do patronato que entravam na moda com a ascensão de Fernando Collor de Mello ao poder, de reduzir direitos do trabalhador como forma de “modernizar” a economia e combater o “custo Brasil”. Esse processo autofágico de parcela da classe trabalhadora chegou ao auge durante a era Fernando Henrique Cardoso, quando o governo, o partido do governo e a grande imprensa diziam que a única forma de aumentar o emprego formal no Brasil seria reduzindo direitos trabalhistas tais como férias, 13º salário, FGTS etc. É, meu caro leitor, por pouco você não trabalha hoje como autônomo, porém com todas as obrigações de um empregado formal. Porque seus colegas “modernos” de então, inspirados pelo nefasto governo midiático do PSDB, repetiam, tal qual papagaios, as teses do patronato, na busca insana por serem considerados “confiáveis” por ele. Todos sabem que aquela história era balela. Collor e FHC foram eleitos pela mesma razão que a ditadura militar foi instalada no Brasil, para ajudar o patronato a ganhar mais dinheiro às custas da precarização do trabalho formal, que impunha cada vez mais deveres e já recebia propostas de redução dos direitos. Agora, durante julgamento de processo de funcionários da mineradora Vale, descobriu-se que a Constituição estabelece, no Artigo 7, que “é direito dos trabalhadores urbanos e rurais (…) aviso prévio proporcional ao tempo de serviço, sendo no mínimo de 30 dias”, e que, pasme, uma lei deveria regular o tema, apesar de que o Congresso nunca aprovou essa lei. Alguém tem alguma teoria sobre por que a classe política jamais tocou nesse vespeiro? Imagine-se o que a mídia, o braço comunicacional da elite, faria com o político que defendesse abertamente que o empresário não pudesse dar um pontapé na bunda até daquele que o serviu por 20, 30 anos… Agora, quatro ex-funcionários da Vale pediram, por meio de um “mandado de injunção”, que o STF suprisse a lacuna na lei. Um deles, José Geraldo da Silva, estava na empresa havia quase 30 anos e foi demitido sem justa causa, recebendo o equivalente a 30 dias de salário. A mídia, mais uma vez, como fazia na época de Collor e FHC, tenta vender à sociedade que ela deve se autoflagelar e deixar que o bom e velho mercado regule tudo. Esse é o teor dos editoriais, dos artigos, das cartas de leitor, de tudo que a grande imprensa está publicando. É como se todos pensassem da mesma forma. Hoje, o Brasil bate recordes incessantes de contratação formal de trabalhadores até um ponto em que já falta mão de obra em vários setores. Que lição você, papagaio de jornal, tira disso? Já imaginou se tivesse prevalecido o discurso tucano, no fim do século passado, e direitos trabalhistas tivessem sido suprimidos para “facilitar” a contratação? O fato é que o que inibe ou impede a contratação formal não são as garantias que têm aqueles que vendem ao patronato a sua força de trabalho, mas a conjuntura econômica. Você pode obrigar as pessoas a trabalharem até de graça que, se não houver necessidade e a oferta de mão de obra for farta, o empregador certamente não contratará. Não acredite, pois, nessa história única com que a mídia pretende soterrar a discussão das regras para demissão de trabalhadores. Tornar o aviso prévio proporcional ao tempo de serviço não estimulará demissões se o mercado estiver contratando. O que é preciso é continuar com as políticas que vão gerando demanda por trabalhadores. Dos leitores Caro Eduardo : Sou advogado desses trabalhadores que tiveram seus Mandados de Injunção julgados pelo STF, que foram ajuizados através do SINDICATO METABASE DE ITABIRA (Raimundo, Jonas e José Geraldo) e da ASSOCIAÇÃO DOS EMPREGADOS DA VALE EM SERGIPE (Luiz Vieira), e tenho acompanhado as repercussões do julgamento. Claro, em sua maioria, a imprensa está divulgando as opiniões vociferantes do empresariado, como se o Aviso Prévio Proporcional já não estivesse aprovado desde 05 de outubro de 1988. É sempre a mesma coisa, basta pesquisar nos arquivos de jornais da Biblioteca Nacional : a cada avanço (sempre tardio !) em favor da Classe Trabalhadora, surgem os argumentos ad terrorem da Direita. Foi assim com as Férias, foi assim com o 13º Salário, foi assim com a Jornada de 44 horas… Sempre o mesmo argumento de que os pobres empresários não vão suportar os custos. Aliás, já diziam isso na época em que foi promulgada a Lei do Ventre Livre ! Que seria de nossos empresários sem poder escravizar a prole das senzalas ? Quem tiver vontade que o pesquise. Está nos jornais da época. Por isso, eu o cumprimento, caro Eduardo, por sua opinião lúcida e cidadã. Parabéns !
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sábado, junho 25, 2011
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23 de jun. de 2011
PLANETA FOME.....
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19 de jun. de 2011
Sur une autre planète....
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Marcadores: ASTRONOMIA
17 de jun. de 2011
A DOUTRINA DO CHOQUE....
A Doutrina do Choque from Muito Aterrorizado on Vimeo.
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Marcadores: DIREITOS HUMANOS, ECONÔMIA, POLÍTICA, PSICOLOGIA
16 de jun. de 2011
Estelionato travestido de fé....
-“Aquele seu dinheiro na poupança, aquela sua moto, aquele seu carro, aquele seu apartamento… entregue para o senhor! Ele te dará em dobro e você estará a salvo no reino dos céus”. – Ao digitar o tema: “Estelionato nas igrejas” no site youTube vários vídeos desta lamentável prática são encontrados. Abusando da fragilidade emocional e até mesmo da ignorância das pessoas algumas igrejas usam a fé como uma ferramenta eficaz na obtenção de lucro. Neste sentido, até que ponto uma instituição religiosa deve estar amparada pelo art. 19 da Constituição Brasileira ou enquadrada no art. 171 do código penal?
Evidentemente que o debate entre ciência e religião – quando contido de argumentação inteligente e respeitosa – é bastante profícuo para a sociedade. Quando, porém, o diálogo dá lugar à imposição ideológica, então a autonomia do ser humano se perde e é ferida. Desta forma, no momento em que uma instituição que se diz religiosa usa de argumentos ilógicos, porém persuasivos, para a obtenção de um dinheiro não tributado e prometendo, para tanto, a salvação divina, fica bem claro a tipificação do ato criminoso de estelionato (art. 171 do Código Penal Brasileiro).
Por outro lado, é necessário enaltecer o trabalho de instituições sérias que recebem dinheiro e prestam contas de sua movimentação financeira, tendo na ação prática a concretização do seu discurso. Até porque quando isto não ocorre a hipocrisia fica caracterizada, como por exemplo, uma pessoa promíscua falar de fidelidade; um inadimplente que passa cheques sem fundos falar de responsabilidade; o agressor da esposa falar de valores da família; etc.
Felizmente o Brasil é um Estado laico que prima pela liberdade de escolha e prática religiosa do seu povo, apesar de concessões públicas de canais de TV aberta para algumas igrejas específicas. De um modo geral, este país tem uma população que convive pacificamente com a diversidade cultural e religiosa, ao contrário de alguns países com religiões fundamentalistas que justificam a guerra por causa da interpretação equivocada de seus livros sagrados. É importante, contudo, salientar que há no Brasil um mascaramento do estelionato travestido de fé, em que a “salvação” é vendida como maçã em feira. Isto num processo de lavagem cerebral de pessoas – na maioria das vezes humildes- que estão perdendo o patrimônio em detrimento da riqueza de verdadeiros ladrões que se dizem profetas. Por fim, urge o Ministério Público avaliar até que ponto tais instituições estão perto do art. 19 ou do 171, isto porque um país sério não se constrói com golpistas.
Texto de: Hermison Frazzon da Cunha
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quinta-feira, junho 16, 2011
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10 de jun. de 2011
HISTÓRIA DA CIÊNCIA: Do que o mundo é feito?...
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9 de jun. de 2011
Deletaram a Cegonha....
o Vírus.
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8 de jun. de 2011
A HISTÓRIA DA CIÊNCIA: o que há lá fora?....
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quarta-feira, junho 08, 2011
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4 de jun. de 2011
O Império na Africa
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Marcadores: FILMES
2 de jun. de 2011
UNIVERSOS PARALELOS.....
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30 de mai. de 2011
Os professores funcionam como uma "bateria viciada"...
| Tese de doutoramento "Há vida para lá do trabalho" revela que os docentes não conseguem desligar-se da profissão no final de um dia de aulas. A autora da investigação, Maria Alexandra Costa, professora do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP), obteve um dado curioso: segunda-feira é o dia mais difícil. |
Durante duas semanas, no ano letivo passado, 100 professores do pré-escolar ao Ensino Secundário foram seguidos atentamente. Maria Alexandra Costa, professora do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP), acompanhou os docentes e colocou-lhes várias questões em duas fases, ou seja, antes do início de mais uma jornada de trabalho e depois das portas da escola se fecharem. Na tese de doutoramento "Há vida para lá do trabalho - A relação entre a recuperação de recursos e o desempenho no trabalho", a investigadora analisou um grupo profissional com elevados níveis de stress e concluiu que os docentes não conseguem desligar o botão quando chegam a casa. A pesquisa revela que os docentes não conseguem recarregar baterias quando acaba um dia de trabalho, funcionando, por isso, como "uma bateria viciada". "A partir do momento em que têm níveis de stress muito altos, não conseguem recuperar de forma a não sentirem stress no dia a dia", refere a investigadora ao EDUCARE.PT. Quando o dia acaba e a porta de casa se abre, há muitos professores que têm aulas para preparar, testes para corrigir ou precisam de ajudar os filhos nos trabalhos para a escola. Nestas condições, é complicado interromper a rotina, desligar o interruptor e relaxar antes de ir para a cama. "Torna-se mais complicado, parece que o professor está sempre a trabalhar porque recorre a recursos semelhantes aos que usa no trabalho." E se, à partida, a segunda-feira poderia ser o dia mais relaxante, depois de um fim de semana para descansar o corpo e a cabeça, o estudo da docente do ISEP indica que o primeiro dia da semana é o mais complicado para quem tem de ensinar. Sexta-feira é o dia em que os professores começam a distanciar-se psicologicamente do trabalho, aplicando-se o efeito de contaminação de fim de semana, à segunda-feira é o momento de enfrentarem mais uma semana de aulas. "É ao fim de semana que mais recuperaram, que se sentem mais em forma, mas quando regressam ao trabalho, o confronto com a realidade parece provocar uma sensação de desgaste maior", afirma. Maria Alexandra Costa partiu da teoria da recuperação de recursos - cognitivos, psicológicos e emocionais - para tentar perceber se os professores conseguiam recarregar baterias nos tempos de lazer. A maioria não consegue encher o balão de oxigénio, descarregar todo o stress, recuperar em atividades que lhes permitam respirar tranquilamente. "Há três processos que têm impacto nesse carregamento de baterias: a capacidade de se envolverem em atividades que lhes permitam afastar-se psicologicamente do trabalho, o relaxamento e o sono", explica. "Apesar de os professores terem uma grande necessidade de recarregar baterias, até porque têm um desgaste muito grande ao longo do dia, têm uma inabilidade para o fazer", sustenta. Por isso, a investigadora defende que cada professor deve encontrar a sua própria forma de relaxamento que pode passar por praticar ioga ou um desporto, frequentar um workshop de teatro ou de dança, ir ao cinema, meditar. A escolha é de cada um. O processo de relaxamento de uma pessoa pode ser completamente diferente de outra. As escolas também podem dar uma ajuda neste processo. "As salas de professores são tudo menos espaços de relaxamento", observa. Portanto, a docente sugere que os responsáveis educativos se debrucem sobre o que pode ser feito para que os docentes consigam relaxar, nem que seja por alguns momentos, dentro do recinto escolar. Como, por exemplo, criar condições para que os professores façam todas as tarefas relacionadas com o ensino na escola, de forma a definir fronteiras entre a vida profissional e a vida privada. Em seu entender, a própria organização escolar podia incentivar os docentes a envolver-se em atividades que promovam relaxamento e bem-estar e assim criar clubes de leitura, classes de ginástica, sessões de relaxamento, tertúlias, entre outras. E para que o desempenho seja o melhor possível, o período antes do início das aulas deve ser o mais relaxante possível, com uma sala de professores simpática e, se possível, com música ambiente. "O que as pessoas fazem nos seus tempos livres tem impacto naquilo que é o seu trabalho", reforça a investigadora. O sono também faz milagres e naturalmente influencia o estado de recuperação matinal que, por sua vez, se reflete no desempenho ao longo do dia. "O efeito do sono, a quantidade e qualidade desse descanso, tem um impacto muito grande na recuperação." FONTE: http://www.educare.pt |
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segunda-feira, maio 30, 2011
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Marcadores: EDUCAÇÃO
26 de mai. de 2011
COMO UTILIZAR BLOGS NA EDUCAÇÃO....
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22 de mai. de 2011
Fala da Professora Amanda Gurgel...
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