30 de nov. de 2010

NOVA FORMA DE LUZ....

Superfóton revela forma totalmente nova de luz

Físicos da Universidade de Bonn, na Alemanha, criaram uma forma totalmente nova de luz, algo que, até recentemente, era apontado pelos cientistas como sendo algo impossível de realizar.

Embora as implicações da realização ainda não tenham sido totalmente exploradas, a técnica poderá ser utilizada para criar fontes de luz parecidas com o laser que operam na faixa dos raios X - um laser de raios X.

Condensado de Bose-Einstein de fótons

Quem acompanha as pesquisas na fronteira da física, sobretudo na computação quântica, já está acostumado com termos como condensado de Bose-Einstein e átomos artificiais.

Para criar os átomos artificiais, os físicos aglomeram e resfriam átomos de rubídio até próximo do zero absoluto. Ao serem concentrados em número suficiente em um espaço suficientemente pequeno, o aglomerado de átomos passa a se comportar como se fosse um átomo único - uma superpartícula, ou um átomo artificial.

O que os cientistas fizeram agora foi um condensado de Bose-Einstein formado por fótons.

A maioria dos físicos afirmava que fazer um condensado de Bose-Einstein de fótons era impossível porque, ao serem resfriados, os fótons simplesmente desaparecem. Até então, parecia ser impossível concentrar e resfriar a luz ao mesmo tempo.

Mas os cientistas alemães derrubaram mais essa impossibilidade usando dois espelhos para aglomerar os fótons e uma camada de moléculas que "engolem" e "cospem" os fótons para resfriá-los.

Laser de raios X

Este superfóton, ou condensado de Bose-Einstein fotônico, é uma forma completamente nova de luz, que tem características que lembram o laser.

Se parecer com o laser já não fosse o bastante, a nova forma de luz tem uma vantagem decisiva sobre ele: "Atualmente nós não somos capazes de fabricar lasers que gerem luz com comprimento de onda muito pequeno, na faixa do ultravioleta ou dos raios X, por exemplo. Com o condensado de Bose-Einstein fotônico isto poderá ser possível," explica o Dr. Jan Klars, um dos autores do experimento.

Isto é particularmente interessante para os fabricantes de chips, que usam laser para gravar os circuitos lógicos nas pastilhas de semicondutores. A miniaturização desses circuitos esbarra justamente no comprimento de onda da luz do laser - comprimentos de onda maiores são menos adequados para um trabalho mais preciso do que os comprimentos de onda menores.

Em princípio, os lasers de raios X permitirão desenhar componentes menores e mais precisos na mesma pastilha de silício, uma vez que os raios X têm um comprimento de onda muito menor do que a dos lasers hoje utilizados.

Há poucas semanas, usando a aniquilação de matéria e antimatéria, cientistas deram os primeiros passos rumos à criação de um laser de raios gama, outro tipo de laser futurístico.

Superfóton revela forma totalmente nova de luz
Esquema do experimento onde foi criado o superfóton. [Imagem: Klaers et al./Nature]

Esfriar a luz?

Concentrar os fótons em um pequeno espaço pode parecer fácil de entender. Mas esfriá-los já não parece tão intuitivo.

Imagine uma lâmpada incandescente. Conforme seu filamento vai se aquecendo, ele começa a brilhar: primeiro fica vermelho, depois amarelo e, finalmente, azul.

Desta forma, cada cor de luz pode ser associada a uma "temperatura de formação", aquela temperatura que causa sua emissão - assim, a luz azul é mais quente do que a luz vermelha.

Mas cada elemento brilha de forma diferente. O ferro, por exemplo, vai emitir luz de forma diferente do tungstênio de que é feito o filamento da lâmpada incandescente.

É por isto que os físicos calibram a temperatura da cor com base em um objeto teórico, chamado de corpo negro. Se um corpo negro for aquecido a uma temperatura de 5.500 graus centígrados, ele terá praticamente a mesma cor da luz do Sol ao meio-dia - a temperatura dos seus fótons sobe.

À medida que o corpo negro é resfriado, em um determinado ponto ele pára de irradiar luz na faixa visível, passando a emitir fótons infravermelhos, que são invisíveis ao olho humano.

Ao mesmo tempo, a intensidade de sua radiação cai - a temperatura dos seus fótons diminui - e o número de fótons se torna cada vez menor, conforme a temperatura cai. É isto que torna tão difícil obter a quantidade necessária de fótons frios necessários para fazer o condensado de Bose-Einstein.

Superfóton

Os cientistas alemães resolveram o desafio usando dois espelhos quase perfeitos, altamente reflexivos, onde um feixe de luz foi posto para ficar refletindo de um lado para o outro.

Entre os dois espelhos eles colocaram uma solução contendo moléculas de pigmentos, com as quais os fótons colidiam periodicamente.

Nessas colisões, as moléculas "engoliam" os fótons e depois os "cuspiam" de volta.

"Durante este processo, os fótons assumem a temperatura do fluido. Eles resfriam um ao outro a partir da temperatura ambiente, e fazem isto sem se perderem no processo," explica o professor Martin Weitz, outro membro da equipe.

Os físicos aumentaram a quantidade de fótons entre os dois espelhos usando um laser para excitar a solução com os pigmentos. Isto permitiu que eles concentrassem as partículas de luz resfriadas tão fortemente que elas se condensaram em um superfóton.

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REVERTER O ENVELHECIMENTO....

Retardar ou até mesmo reverter o envelhecimento pode não estar tão longe do alcance humano. Pesquisadores do Instituto de Câncer Dana-Farber e da Universidade de Harvard, em Massachusetts, conseguiram rejuvenescer com sucesso ratos de laboratório, reportou a última edição da revista Nature. A descoberta abre a possibilidade de desacelerar também o envelhecimento humano e tratar pessoas com envelhecimento precoce. Mas há quem se oponha ao tratamento, como alguns pesquisadores americanos que alegam que o método pode alimentar o crescimento de tumores.

O feito foi possível graças ao controle de uma enzima chamada telomerase. Os ratos usados na experiência eram incapazes de produzir a enzima e, por isso, envelheciam mais rapidamente. Mas bastou reativar a produção de telomerase para que os roedores voltassem à juventude. “Isso nos faz pensar sobre a telomerase como um sério agente antienvelhecimento”, diz Ronald DePinho, geneticista líder do estudo.

Para entender o experimento, é preciso compreender também o processo de envelhecimento. Cada célula do corpo humano tem uma “capa protetora” de seus cromossomos, os telômeros. Cada vez que essas células se dividem para se multiplicar, esses telômeros vão encurtando. Até que um dia, eles ficam tão curtos que tudo que resta às células é morrer. O que os pesquisadores fizeram nessa pesquisa – e esperam fazer com as células humanas – foi fortalecer os telômeros, para que o período de multiplicação das células aumentasse.

Os ratos criados pela equipe de DePinho foram projetados geneticamente para ter uma telomerase inativa, mas que poderia ser religada na presença de uma substância chamada 4-OHT. Eles envelheceram muito rápido, desenvolvendo doenças típicas de idades avançadas, como a osteoporose, e tinham uma fertilidade quase nula. Depois de chegarem à idade adulta, foram alimentados com 4-OHT por um mês.

"O que realmente nos pegou de surpresa foi a dramática reversão dos efeitos que vimos nesses animais", disse DePinho à revista Scientific American. Os testículos dos ratos cresceram novamente e os animais recuperaram a fertilidade. Outros órgãos, como o baço, fígado e intestino, recuperaram-se de seu estado degenerado. Até o cérebro dos animais teve uma melhora de performance. "Isso nos dá a sensação de que há um ponto de retorno não só para o envelhecimento, mas para desordens associadas à idade", disse DePinho.

Alguns cientistas, porém, defendem que aumentar a quantidade de telomerase no corpo humano é uma manobra perigosa. Para eles, a enzima poderia provocar a proliferação de tumores, uma vez que sofre mutações facilmente no corpo humano. "O rejuvenescimento do telômero é potencialmente muito perigoso, a menos que você se certifique de que ele não estimula o câncer", diz David Harrison, que pesquisa o envelhecimento no Laboratório Jackson, em Bar Harbor. O especialista afirma ainda que o estudo comandado por DePinho "não estuda o envelhecimento normal, mas o envelhecimento em ratos feitos grosseiramente anormais".

DePinho e seus colegas reconheceram que existem muitos outros fatores que influenciam o envelhecimento além da telomerase, mas defendem que esse pode ser um de muitos tratamentos combinados para retardar o envelhecimento. Para eles, a telomerase poderia ainda inibir o crescimento de tumores, uma vez que estimularia a replicação de células saudáveis.

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24 de nov. de 2010

85% DE MATÉRIA....



Crónica publicada no "O Despertar"

A maior parte do Universo cósmico que conhecemos, ou melhor, que mal conhecemos, não é visível!

85% da matéria que se calcula existir no Universo não se comporta como o Sol, por exemplo, irradiando radiações electromagnéticas. Essa matéria tem composição desconhecida. Pressupõe-se, hipoteticamente, que seja constituída por partículas fundamentais que, por ora, são virtuais, sendo principais candidatos as WIMP (partículas massivas que interagem fracamente) e as MACHO (objecto com halo compacto e grande massa) e, eventualmente, o Bosão de Higgs.

Refira-se que a matéria negra do Universo também não reflecte qualquer tipo de radiação electromagnética: nem na zona do espectro visível, nem ondas de rádio, nem microondas. Nada. Só sabemos que existe pela sua acção gravitacional sobre a restante matéria, estrelas e outros astros e aglomerados deles, em que nos incluímos.

Experiências recentemente efectuadas no Grande Acelerador de Hadrões do CERN, o maior acelerador de partículas do mundo, e comentadas pelo físico teórico Gianfranco Bertone (ver aqui o seu livro sobre as partículas da matéria negra) no último número da prestigiada revista Nature (aqui), indicam que estamos na antecâmara da descoberta sobre a constituição desta matéria negra. Na esquina de uma próxima colisão de partículas, poderá estar o nascimento de uma renovada compreensão do Universo, ruptura e emergência de novos paradigmas, comprovação e eliminação das inúmeras hipóteses e teorias que hoje gravitam no humano pensamento.

Vivemos hoje, nesta era das tecnologias da informação, esta sensação de estarmos sentados na plateia do mundo, expectantes, a observar, quase em directo, o resultado de experiências que podem mudar o entendimento da matéria e da energia que somos feitos. Vivemos, nesta era feita de ciência e tecnologia, um momento único de argúcia cósmica e sub-atómica, numa amálgama de rigor, de espanto e de emoção.

É também esta a nossa humanidade.

António Piedade
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20 de nov. de 2010

SÓDIO NOS ALIMENTOS....

A quantidade de sódio encontrado na batata palha pode variar em até 14 vezes de marca para marca. Já nos salgadinhos de milho, essa diferença chega a 12,5. É o que revela estudo apresentado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta quinta-feira (18), em Brasília. O estudo verificou a quantidade de sódio, gordura saturada, gordura trans e açúcares em mais de 20 categorias de alimentos industrializados.

O macarrão instantâneo com tempero também chamou atenção pela grande quantidade de sódio encontrada. "Em algumas amostras ficou constatado que, ao comer uma única porção desse alimento, a pessoa está ingerindo 167% do sódio recomendado para ser consumido durante todo dia", explica a diretora da Anvisa Maria Cecília Brito. Quando analisados isoladamente, o macarrão instantâneo e os seus temperos, além da grande quantidade de sódio, apresentam uma grande oscilação desses teores de marca para marca. A variação chega a 7,5 vezes na quantidade de sódio nos macarrões instantâneos e a 7,2 nos temperos.

De acordo com Maria Cecília, essa diferença encontrada nas diferentes marcas de alimentos comprova que é possível a indústria produzir alimentos mais saudáveis. “Vamos encaminhar essa pesquisa para o Ministério da Saúde, para que seja pactuado entre governo federal e as indústrias de alimentos uma redução das quantidades de gorduras, açúcar e sal nos alimentos processados”, afirma a diretora da Anvisa.

Bebidas

A pesquisa da Anvisa também mostrou que os níveis de sódio dos refrigerantes de baixa caloria, tanto a base de cola quanto a base de guaraná, apresentam maiores valores de sódio em relação aos refrigerantes comuns. Nos refrigerantes de cola, por exemplo, a média dos teores sódio encontrada foi de 54mg/l, enquanto nos refrigerantes de cola de baixa caloria essa média foi de 97mg/l.

Já nos refrigerantes de guaraná, os valores médios de sódio encontrados no produto convencional e no de baixa caloria foram 81 mg/l e 147 mg/l, respectivamente. "Esses valores mais altos podem ser explicados pelo uso de aditivos, como o ciclamato de sódio, nos produtos de baixa caloria. Entretanto, é preciso considerar que existem limites estabelecidos e que a quantidade utilizada dessas substâncias não representa um risco para a saúde", afirma Maria Cecília.

No caso dos sucos, bebidas com concentração de polpa da fruta entre 30 e 50%, a pesquisa indicou menor quantidade de açúcar nas amostras de suco de manga (9,8g/100ml) e maior no suco de uva (14,5 g/100 ml). Já para os néctares, bebidas com concentração de poupa de fruta entre 20 e 30%, os menores índices de açúcares totais foram encontrados nos sabores de laranja, maçã e pêssego com uma média em torno de 11g/100ml. Já os néctares de uva são os campeões em teores de açúcares totais com índices que chegam à 14g/100ml.

sxc.hu
Batatas: teor de gordura saturada acima da média
Gorduras

Para gorduras saturadas, chama atenção a grande quantidade de marcas com teores superiores à média encontrada na respectiva categoria. No caso das batatas fritas, 17 das 28 marcas analisadas estavam com teores de gordura saturada acima da média. Nas batatas palhas, 55% das marcas analisadas estavam com teores de gorduras saturadas com valores superiores à média desse nutriente para o respectivo produto. Já nos salgadinhos de milho, o maior valor encontrado de gordura saturada (2,6g/25g) foi dez vezes maior que o valor mínimo (0,25g/25g). Nos biscoitos, o que apresentou os maiores teores de gorduras, tanto saturadas quanto trans, foram os de polvilho. "Com essas informações em mãos, que apontam tanto uma variação de nutrientes dentro de uma mesma categoria de alimentos, quanto entre categorias diferentes, fica mais clara a necessidade de o consumidor observar com atenção as tabelas nutricionais nos rótulos dos alimentos e optar por alimentos mais saudáveis", diz a diretora da Anvisa.

Fortificação de farinhas

O estudo da Anvisa também analisou o teor de ferro nas farinhas de trigo e de milho. O objetivo foi verificar se a fortificação obrigatória dessas farinhas com ferro e ácido fólico estava sendo cumprida. De acordo com a Resolução RDC 344/2002 da Agência, a cada 100g de farinhas de trigo e de milho, deve haver no mínimo 4,2 mg de ferro.

Os resultados apontaram que 87% das amostras de farinha, fubá e floco de milho apresentaram teor de ferro inferior ao determinado. Já na farinha de trigo, 54% das amostras apresentaram resultados insatisfatórios.

Mortes

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2001, 60% do total das 56,5 milhões de mortes notificadas no mundo foi resultado de doenças crônicas não transmissíveis. O aumento da pressão arterial no mundo é o principal fator de risco de morte e o segundo de incapacidades por doenças cardíacas, acidente cérebro vascular e insuficiência renal.

No Brasil, dados do IBGE indicam que, em 2009, uma em cada três crianças na faixa de 5 a 9 anos estava com sobrepeso, sendo que a obesidade atingiu 16,6% dos meninos e 11,8% das meninas. Durante o período de 1974 a 2009, a prevalência de sobrepeso em crianças e adolescentes, entre 10 e 19 anos, passou de 3,7% para 21,7% no sexo masculino e de 7,6% para 19,4% no sexo feminino. Nesse mesmo período, o sobrepeso na população adulta masculina passou de 18,5% para 50,1%, enquanto que na feminina foi de 28,7% para
48%.

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18 de nov. de 2010

A TROPOSFERA ESTÁ AQUECENDO....

A troposfera - camada mais baixa da atmosfera, onde os eventos climáticos ocorrem, como chuva, neve e furacões - está se aquecendo junto com a superfície da Terra por causa do aumento da emissão dos gases do efeito estufa. A conclusão é de cientistas britânicos e americanos. O estudo foi publicada no periódico Wiley Interdisciplinary Reviews.

troposfera


Há muito tempo simulações do clima feitas pelos cientistas dizem que a troposfera deveria estar se esquentando tão rápido quando a superfície da Terra. Mas desde a década de 1970, medições feitas por balões meteorológicos mostraram que a troposfera possuía uma temperatura constante, não acompanhando o aquecimento da superfície. Por mais que as simulações previssem que a temperatura da troposfera aumentaria junto com a superfície da Terra, na prática, as medições mostravam que não era bem assim — a temperatura era constante.

O estudo publicado analisou 195 artigos científicos, resultados de modelos climáticos e dados atmosféricos reunidos nos últimos 40 anos. A equipe de cientistas da Universidade Estadual de San Jose (EUA) e da Universidade de Reading (Inglaterra) não encontrou nenhuma diferença entre as simulações e o que realmente aconteceu na troposfera - o aquecimento da camada por causa da interferência do homem.

Medir a temperatura da troposfera não é tarefa fácil. Na década de 1950, cientistas enviavam instrumentos de medição em grandes balões que enviavam os dados via rádio para as bases terrestres. De acordo com os autores da pesquisa, essas medições não eram exatas. Na superfície, por outro lado, o registro das temperaturas é melhor por causa da proximidade das bases terrestres com a área de medição. "A discrepância entre os modelos e a medição dos satélites e balões atmosféricos estava relacionada com a forma como essas observações eram feitas", disse Dian Seidel, pesquisadora da agência americana de meteorologia.

De acordo com a pesquisadora, as medições não eram precisas. Os balões atmosféricos sofriam interferência da luz do sol e os resultados de satélites podem ser influenciados pela estratosfera. Os autores da pesquisa concluem que a falta de precisão dessas medições fez com que os cientistas fossem levados a acreditar que o clima na troposfera não estava sendo alterado pelo aquecimento da superfície.

Controvérsia - O estudo é um dos muitos já publicados em 2010 com o intuito de contrapor aqueles que duvidam que o homem exerce algum papel na mudança do clima. O climatologista da USP, Ricardo Felicio, é um dos que não acreditam que a humanidade é capaz de provocar mudanças no clima.

Felicio explicou que os últimos 40 anos não podem servir como base para uma avaliação de mudança do clima. "Se tivessem analisado um tempo maior, teriam visto que o clima não está mudando". O clima, segundo o pesquisador, não é gerido por dezenas de anos, mas milhares. Analisando todo o século 20 e o início do século 21, "a década mais quente foi a de 1930, muito antes do vigor industrial que temos hoje", afirmou Felicio.

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11 de nov. de 2010

BOLHAS GIGANTES INTRIGAM ASTRÔNOMOS...

Há algo ocorrendo no centro da galáxia, e os astrônomos não sabem ainda dizer o que é.

O telescópio de raios gama Fermi, da Nasa (agência espacial norte-americana), revelou uma estrutura até então desconhecida bem no centro da Via Láctea.

As duas bolhas com limites bem definidos e emissoras de raios gama se estendem por 25 mil anos-luz para o norte e para o sul do centro galático e reúnem uma energia equivalente a cem mil explosões de supernovas.

As origens das bolhas ainda são um mistério para os cientistas. "Não entendemos completamente sua natureza ou origem", disse astrônomo Doug Finkbeiner, do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian Center em Cambridge (EUA).

Imagina-se que possam ser remanescentes de uma erupção de um buraco negro ou que são alimentadas por uma sucessão de nascimentos e mortes de estrelas no interior da galáxia.

O estudo será publicado no "The Astrophysical Journal".




FONTE: Folha.com

10 de nov. de 2010

CHINA: PROFESSOR VIRA ESCRAVO....

6 de nov. de 2010

A IMENSIDÃO DA VIDA...

5 de nov. de 2010

REVELATION...

Waiting for Armageddon from Ritchy_Niburu_2 on Vimeo.